A Revolução Libanesa ressurgiu após um período de relativa inatividade, com manifestantes declarando uma “semana de ira” em meio a uma contínua crise econômica e política. A libra libanesa e os controles de capital sobre o dinheiro estrangeiro provocaram uma nova onda de indignação que aguçou a posição tanto dos manifestantes quanto do Estado. Os últimos dois dias viram centenas de feridos e presos.

A batalha na França contra a reacionária reforma da previdência de Macron ultrapassou os 40 dias. Uma quarta greve interprofissional dia 9 de janeiro e seguidos protestos no fim da semana trouxeram centenas de milhares de pessoas às ruas mais uma vez, e mais dias de ação ocorreram em seguida.

A chegada do novo ano foi celebrada com as habituais festas. Em Londres, os foliões saudaram o início de uma nova década com fogos de artifício, assim como muitas pessoas em Edimburgo e em outras grandes cidades. Sem dúvida, o novo Primeiro-Ministro britânico, Boris Johnson, celebrou ainda com mais entusiasmo do que a maioria das outras pessoas. Tendo vencido a eleição geral de 2019 com uma grande maioria, ele agora está livre para levar a nação a uma bem-sucedida conclusão das negociações do Brexit. Essa, pelo menos, é a teoria.