Nos últimos dias, houve uma escalada perigosa nas ameaças e provocações de Washington contra a Venezuela. O Departamento de Justiça dos EUA indiciou o presidente Maduro e outras autoridades venezuelanas por acusações de narcotráfico, entre outras coisas. Isso foi apoiado pelo Departamento de Estado dos EUA, oferecendo recompensas de até US$ 15 milhões por “informações que levarem à prisão” dos indiciados. Imediatamente, o presidente dos EUA, Trump, anunciou que estava enviando navios de guerra para o Caribe, na costa da Venezuela, com o objetivo de combater o “contrabando de drogas”.

Houve um tempo em que as notícias de um escândalo no Vaticano chocavam o mundo. No entanto, à medida que relato após relato é revelado, e o número global de católicos diminui, a simples menção a padres, ao Vaticano e até ao próprio papa evoca imagens de corrupção, decadência e depravação. Isso resume a natureza podre das instituições religiosas que têm sido uma das colunas da sociedade de classes há tanto tempo.

Somos um grupo de ativistas sindicais italianos, reunidos para discutir a dramática crise que está afetando a Itália e toda a humanidade. Estamos emitindo esse apelo aos trabalhadores do mundo, porque este não é um problema italiano, mas internacional. O vírus não reconhece fronteiras nacionais. Do mesmo modo, a crise econômica não para nas fronteiras. Acreditamos que nossa experiência tem muitas lições para trabalhadores de outros países.