Sob nossa direção política na Cipla, reduzimos a jornada de trabalho para 30 horas semanais, sem reduzir salários nem direitos. Nenhum defensor dos interesses da classe dominante pode tolerar que continuemos com este combate que mostrava na prática que os patrões são parasitas, desnecessários, e que a classe operária pode governar ela mesma.

Resposta ao juiz Oziel Francisco de Sousa, que decidiu a invasão da CIPLA por 150 policiais armados com objetivo de fechá-la.

Neste 23 de Maio, os trabalhadores da Cipla e Interfibra somam-se à Coordenação dos Movimentos Sociais (que reúne CUT, MST, UNE, e mais de 30 entidades) na jornada de lutas pela Estatização das Fábricas Ocupadas, Reforma Agrária já, Reestatização das ferrovias e de todas as empresas públicas privatizadas, Não à Emenda 3.

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In Defence of Marxism will be publishing irregularly over the holiday period, and will resume regular output on 1 September.