As massas israelenses entraram na cena política no médio oriente. Um estado militarizado e lugar tenente dos interesses imperialistas na região, quando enfrentado ao levante das massas, é sinal de que ventos frescos sopram a favor da revolução.

Há vinte e quatro horas atrás, as ruas de Trípoli estavam repletas de sons de comemoração. Agora elas estão cheias de barulhos de tiros. A batalha real por Trípoli começou.

Khadafi caiu após Alan escrever este artigo. No entanto isso não invalida em nada seu conteúdo que além de explicar o desenrolar dos acontecimentos, aponta uma saída revolucionária para a luta do povo líbio. O final veio subitamente e sem aviso. No momento da verdade, o regime de Khadafi caiu como um castelo de cartas.

A revolta chegou na Inglaterra. Tudo começou com a repressão policial e a raiva contra o sistema apodrecido explodiu. Os protestos no Reino Unido são apenas um sintoma de uma crise geral do capitalismo. Os marxistas não se juntarão à burguesia e seus agentes em seu coro de denúncia. Nosso dever é encontrar um caminho para a juventude, ajudá-la a encontrar o caminho certo – o caminho revolucionário, em direção a reconstrução socialista do mundo.

A zona do euro está entrando em águas tempestuosas. A crise que se abriu com o quase colapso do sistema bancário mundial em 2008 agora se aprofundou em uma crise de insolvência de nações inteiras. A burguesia não sabe como sair da crise, que está varrendo como um tsunami de um país a outro na Europa. Nas palavras do ministro das finanças da Itália, “Não deve haver ilusões sobre quem será salvo. Como no Titanic, os passageiros da primeira classe também não serão capazes de se salvar”.

A economia e a política, como ciencia, permitem previsões aproximadas, desde que se use o método correto. Este artigo faz uma análise das previsões feitas pelos marxistas e pelos analistas burgueses durante a revolução árabe.

A Grécia vive hoje mais um dia de greve geral. Neste artido do dia 22 de junho, Alan Wods analisa a situação grega e a luta dos trabalhadores gregos contra o brutal arrocho proposto pela União Européia.

Recentes pesquisas de opinião revelam que a maioria do povo húngaro considera a vida tão miserável que gostaria de viver em qualquer outro país. Muitos consideram que a vida era muito melhor antes de 1989, quando o povo desfrutava de pleno emprego e de um avançado sistema de bem-estar social. O capitalismo destruiu tudo isto. Contudo, como nosso correspondente aponta, o que existia antes não era um socialismo genuíno, mas um regime estalinista a que o povo se opunha. O que se exige são a posse estatal dos bens e o planejamento, mas sob o controle democrático dos próprios trabalhadores.