A Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado prenderam o sargento reformado da PM, Ronnie Lessa, e o ex-PM, Elcio Vieira de Queiroz (expulso da corporação) por envolvimento no assassinato de Marielle e do motorista Anderson.

Hoje, 6 de março, o juiz do Tribunal Superior de Multan concedeu fiança a Rawal Asad depois de ouvir o seu caso. Isso provou mais uma vez que as decisões dos tribunais inferiores eram ilegais e tendenciosas. Também revela com clareza que eles estavam sujeitos à influência externa.

A eleição presidencial de 2020 começou. O fato de que os democratas tenham ganhado 40 assentos adicionais na Câmara dos Deputados nas eleições intermediárias deixou muitos deles com gosto de sangue republicano na boca. Vários candidatos, incluindo Elizabeth Warren, Amy Klobuchar, Kamala Harris e Corey Booker, já lançaram suas campanhas. Agora Bernie Sanders tornou-se o 10º candidato oficial – com mais alguns por vir – para anunciar sua corrida pela indicação do Partido Democrata.

Então, 23 de fevereiro veio e se foi. Esse era o dia que os EUA e seus fantoches locais consideravam como o Dia D, quando a “ajuda humanitária” devia entrar no país contra a vontade do diabólico Maduro, algo que, como até mesmo o correspondente da BBC admitiu, tinha pouco a ver com ajuda e tudo a ver com um desafio à autoridade do presidente Maduro.

Neste dia 19, o juiz da Sessão Adicional de Multan rejeitou o pedido de liberdade sob fiança de Rawal Asad, embora a ordem escrita seja emitida amanhã. O advogado de Rawal, Azhar Bukhari, apresentou uma sólida defesa diante do juiz e argumentou que o caso é fabricado do início ao fim. Ele também citou precedentes de muitas decisões de vários tribunais do Paquistão nas últimas décadas e assinalou que unir-se a um protesto é um direito democrático básico de todos os cidadãos, como garantido na Constituição (até agora).

Em 11 de fevereiro de 2019, a polícia do Estado paquistanês, conhecida por suas prisões ilegais, por sua brutalidade e assassinatos de pessoas inocentes, reprimiu e prendeu estudantes e ativistas da Aliança Progressista da Juventude (Progressive Youth Alliance – PYA, em suas siglas em inglês) em sua sede em Multan. Eles foram acusados de numerosos casos, incluindo sedição. Alguns deles conseguiram pagar fiança antes da prisão, mas Rawal Asad ainda se encontra preso e há a ameaça de que a polícia estatal o torture no cárcere e o retenha ali para sempre. Seu único crime é que ele é um ativista que está tentando organizar estudantes e trabalhadores contra as injustiças dos burocratas das universidades, dos patrões e das instituições estatais. Os ativistas foram presos logo após se juntarem a uma manifestação de solidariedade convocada pelo Movimento Pashtun Tahafuz (PTM) em Multan. Eles protestavam contra o assassinato de um de seus líderes, Arman Luni, que era professor universitário e foi torturado há alguns dias por um oficial da polícia. Arman morreu em consequência das torturas.

A provação do líder estudantil marxista de Multan, Rawal Asad, parece interminável. Ele está sendo claramente vítima de atos ilícitos e do atraso dos procedimentos judiciais. No sábado, mais uma vez ficou claro que não existe nenhuma lei no Paquistão e que os tribunais e advogados são todos parte de uma farsa, enquanto os reais agentes do poder governam sem contestação. O pedido de fiança para o caso fabricado de sedição deveria ser ouvido sábado em um tribunal de Multan. Mas o juiz atrasou a audiência até o horário de fechamento do tribunal. No final, ele disse que não podia ouvir o caso e que o mesmo devia ser encaminhado a algum outro juiz.

Rawal Asad é um estudante universitário e ativista político de Government Emerson College, em Multan. Em 5 de fevereiro, ele se uniu a um protesto convocado pelo Movimento Pashtun Tahafuz(PTM), em Multan. Eles protestavam contra o assassinato de seu líder, Arman Luni, que era um professor universitário e foi assassinado no Baluchistão dias antes por um oficial de alta patente da polícia, pessoalmente, sob tortura. O caso desse assassinato ainda não foi registrado. Mas a polícia registrou um caso contra todos os manifestantes, incluindo Rawal Asad, acusando-os de sedição, entre outras coisas.

Rawal Asad é um estudante universitário e ativista político de Government Emerson College, em Multan. Em 5 de fevereiro, ele se uniu a um protesto convocado pelo Movimento Pashtun Tahafuz(PTM), em Multan. Eles protestavam contra o assassinato de seu líder, Arman Luni, que era um professor universitário e foi assassinado no Baluchistão dias antes por um oficial de alta patente da polícia, pessoalmente, sob tortura. O caso desse assassinato ainda não foi registrado. Mas a polícia registrou um caso contra todos os manifestantes, incluindo Rawal Asad, acusando-os de sedição, entre outras coisas.

O movimento dos coletes amarelos possui uma pujança e uma profundidade que não param de surpreender – e assustar – seus adversários. Claro que a burguesia e seus lacaios (políticos e midiáticos) sabem que a pobreza existe. Eles já ouviram falar disso. Até mesmo já cruzou a vista e o olhar, acidentalmente. Mas de resto, eles estão totalmente desconectados das condições reais de vida do povo, de seus sofrimentos e de seus problemas. Então, do alto de seus privilégios, de seu poder e de suas fortunas, dizem a si mesmos: “um pouco mais ou um pouco menos de austeridade, que diferença faz”? A resposta surgiu diante de suas faces.

A Corrente Marxista Internacional (CMI) rechaça a tentativa em marcha do imperialismo estadunidense de realizar um golpe de Estado na Venezuela. O que estamos presenciando é uma tentativa de destituir o governo venezuelano do presidente Maduro por parte de uma coalizão de países liderados por Trump. Este é o último episódio de uma campanha de 20 anos contra a Revolução Bolivariana, incluindo golpes de Estado militares, infiltrações de paramilitares, sanções, pressão diplomática, distúrbios violentos e tentativas de assassinato.

Em 8-9 de janeiro, cerca de 200 milhões de trabalhadores fizeram uma greve de dois dias por toda a Índia, paralisando o país. A greve foi convocada por 10 sindicatos centrais da Índia contra as políticas antitrabalhistas do governo de Modi. BMS, filiado a RSS-BJP, foi o único sindicato central que foi contra a greve e tentou sabotá-la. Todos os demais apoiaram a greve e fizeram grandes esforços para torná-la bem-sucedida.