O movimento de massas de Hong Kong ganhou sua principal demanda: a retirada do odiado projeto de lei de extradição, que permitia a extradição para o continente de qualquer pessoa de quem o governo de Pequim suspeitasse de criminalidade ser. Mas nenhuma das outras demandas, como uma investigação independente sobre a brutalidade policial, foi conquistada.

O novo ministro do trabalho, Rolando Castro, um ex-sindicalista, iniciou uma cruzada contra o Sindicato de Trabalhadores do Instituto Salvadorenho de Previdência Social – STISSS. Utilizando-se do aparelho do Estado e com manobras “legais”, organizou um golpe de Estado contra a direção do sindicato. Esta direção, que havia sido eleita através de assembleia geral em 2018, foi destituída e expulsa da organização. Baseando-se numa assembleia inexistente com o apoio de credenciais “legais” do Ministério de Trabalho uma liga de marionetes comandada por Ricardo Monge, um velho burocrata sindicalista, controlam arbitrariamente hoje a direção do sindicato.

Recentemente, estiveram voando faíscas entre o governo dos EUA e o regime iraniano. O presidente dos EUA, Trump, ordenou ataques de mísseis sobre o Irã, mas, em seguida, os cancelou abruptamente. O incidente foi o pico (até esse ponto) de semanas de tensões entre os dois governos. O ataque foi abortado depois que o Irã derrubou um drone militar norte-americano próximo ao Estreito de Ormuz. Os EUA afirmam que o drone se encontrava em espaço aéreo internacional. As autoridades iranianas, no entanto, afirmam que o drone se encontrava dentro do espaço aéreo iraniano quando foi derrubado.