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Com gestos de incredulidade e demonstrando pouca compreensão com o que estava acontecendo, o Presidente Mauricio Macri, junto ao seu gabinete, reconheceu não só a derrota na quase totalidade do país, como também de ter realizado uma péssima campanha.

Depois de dez dias de protestos tempestuosos e de uma greve geral que paralisou toda ilha, o odiado governador de Porto Rico, Rosselló, foi forçado a renunciar. Enquanto isso as palavras de ordem nas ruas estavam dizendo: “Não renunciou, o povo o expulsou”. Esta é a primeira e mais significativa vitória do movimento de massas, que agora quer derrubar a própria La Junta.

Ontem (4/7) à noite, um acordo de compartilhamento do poder foi alcançado entre o Conselho Militar de Transição (TMC), a junta militar atualmente no poder, e as Forças para a Liberdade e Mudança (FFC), que inclui os principais líderes do movimento revolucionário que entrou em erupção em dezembro do ano passado.

O movimento das massas de Hong Kong contra a lei de extradição patrocinada por Pequim não está mostrando sinais de arrefecimento depois que 500.000 pessoas se juntaram à marcha de ontem, o aniversário da passagem do poder da Grã-Bretanha a Hong Kong. No entanto, o movimento já se encontra numa encruzilhada porque alcançou o limite do que pode ser alcançado sem liderança e programa.

A centelha de 7 de junho acendeu as contradições na sociedade liberiana. A mobilização massiva das massas no dia 7 foi um tapa na cara dos cínicos que argumentavam que o povo liberiano continuaria a aceitar alegremente o status quo podre sem agir para mudar o curso da história. Mas nada é estático: tudo se encontra em constante fluxo e sujeito à mudança. Também é assim a consciência das massas liberianas.

Em 16 de junho, há apenas uma semana da última marcha de milhões de pessoas que ocorreu em Hong Kong, aconteceu um segundo protesto em massa. Segundo os principais organizadores da Frente Civil de Direitos Humanos, cerca de dois milhões de pessoas participaram de passeata de ontem. A julgar pelas imagens e números disponíveis, bem como pelo que vi, é inteiramente crível que esse protesto seja maior do que o do domingo anterior.

Milhões de pessoas participaram da greve geral no Brasil em 14 de junho, com manifestações em 380 cidades de todo o país. A greve foi convocada em rejeição à proposta de contrarreforma do sistema de pensões do governo Bolsonaro, mas também refletiu a oposição aos cortes na educação pública, que já havia levado milhões de pessoas às ruas em 15 e 30 de maio.

A Greve Geral de 14 de junho contou com a paralisação de importantes setores da classe trabalhadora que têm uma tradição de organização, como metalúrgicos, químicos, petroleiros, bancários, servidores públicos etc. Mas a paralisação poderia ter sido mais forte e as manifestações maiores, se as direções sindicais tivessem mobilizado de fato suas bases.

Inúmeras tentativas de grilagem de terras ocorreram na Birmânia. Mais de 50% delas foram realizadas pelos departamentos militares e governamentais. O restante foi cometido por seus lacaios e capitalistas estrangeiros. Numerosas lutas camponesas vêm ocorrendo na Birmânia por suas terras de cultivo, estradas e bosques comunais. Entre esses casos, o recente protesto camponês na aldeia de Aung Thbyae, no município de Patheingyi, na região de Mandalay, merece uma menção especial.

A Revolução Sudanesa foi uma inspiração para trabalhadores, mulheres e jovens de todo o mundo. As mulheres em particular revelaram enorme potencial revolucionário. Tudo o que era progressista na sociedade sudanesa emergiu para mostrar ao mundo que a sociedade pode ser mudada. Mas também havia um lado mais sombrio e este agora levantou sua feia cabeça da forma mais brutal possível. Por que isto está acontecendo?

A campanha dentro do Partido Trabalhista pela restauração da Cláusula 4, que colocava a luta pelo socialismo como compromisso do partido, recebeu um forte impulso na conferência anual do Sindicato dos Trabalhadores da Comunicação (CWU), realizada em Bournemouth no dia 28 de abril, onde uma resolução conjunta apoiando a restauração da Cláusula 4 original ao estatuto do Partido Trabalhista foi aprovada por unanimidade.

O seguinte editorial da edição número 15 deSocialist Revolution, a revista estadunidense da Corrente Marxista Internacional, foi publicado em 8 de maio de 2019. O cenário está claramente montado para outra perturbação econômica convulsiva. A crise que se aproxima trará à superfície todas as dúvidas e frustrações acumuladas durante os chamados anos de boom.

O navio saudita Bahri Yanbu, que se encontrava atracado no porto de Gênova para carregar equipamento militar a ser utilizado no conflito do Iêmen, deixou a Itália sem a carga pretendida. Isso representa uma grande vitória para os estivadores genoveses, que se recusaram a carregar o navio, que agora se dirige para Alexandria, no Egito. No porto de Gênova, ainda acena uma bandeira: “Parem o tráfico de armas, guerra à guerra”.

A Presidente do PT da Argélia Louisa Hanoune foi presa por um tribunal militar acusada de conspiração contra a autoridade do Estado e a autoridade militar. Louisa compareceu a um tribunal como “testemunha” de um processo sobre o irmão do ex-presidente e, após o seu depoimento, foi encarcerada. A acusação de “conspiração” ou “rebeldia” é fantasiosa, quando milhões de argelinos, toda semana, se manifestam contra a continuidade do Regime Militar. Além de Louisa, presa desde 9 de maio, também

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As manifestações de 15 de maio foram massivas, com forte participação da juventude e expressaram o ânimo e combatividade presente na base. Segundo a CNTE, cerca de 2 milhões de pessoas foram às ruas nessa data.

Hoje, In Defence of Marxism se orgulha de publicar pela primeira vez vários artigos na língua birmanesa. Eles nos foram enviados pela Frente Unida Socialdemocrata (SDUF) em Myanmar (ex-Birmânia), uma organização que participou ativamente nos protestos estudantis contra a ditadura militar, junto com a Federação dos Sindicatos de Estudantes da Birmânia.

As belas, combativas e massivas manifestações de ontem, 15 de maio, atingiram fortemente o já instável governo Bolsonaro. Atos ocorreram em mais de 200 cidades pelo país e, seguramente, mais de 1,5 milhão de jovens e trabalhadores foram às ruas.

A Greve Nacional da Educação foi convocada para 15 de maio pela CNTE, mas nenhum esforço de fato foi realizado para organizar e mobilizar a base dos educadores para a greve. A medida brutal do governo Bolsonaro, de corte de verbas para as universidades e institutos federais, provocou uma mobilização intensa no Brasil, que se soma ao dia 15, fazendo renascer a possibilidade de se desenvolver uma greve nacional de fato nesta data. Pesquisadores, cientistas, alunos de pós-graduação, também têm

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O incêndio que destruiu parcialmente Notre Dame é uma tragédia para qualquer um que aprecie as conquistas culturais, artísticas e arquitetônicas da humanidade. O capitalismo está minando suas próprias conquistas passadas e das sociedades anteriores, e isso se evidencia muito claramente quando se observa mais de perto o que aconteceu em Paris, dia 15 de abril.

Entre 3-4 de maio de 2019, o 13º Congresso do Partido Revolucionário dos Trabalhadores foi realizado na Rússia. Dezenas de delegados ao congresso votaram pela unificação com a seção russa da Corrente Marxista Internacional (CMI) e a organização unificada votou por se juntar à CMI!

Há 45 anos atrás o Movimento das Forças Armadas, com o apoio dos trabalhadores portugueses, conseguiram por fim à “longa noite”, e derrotar a ditatura fascista que predurava já há 48 anos em Portugal face a uma oposição generalizada ao regime que já há muitos tempo estava por cair.

Derrotamos ao “trifachito”. A reação neofranquista não passou nessas eleições. Apesar de explorar os preconceitos mais baixos e perversos das camadas mais atrasadas da população, a direita comeu pó em sua tentativa de chegar à La Moncloa. As famílias trabalhadoras, a juventude, a mulher trabalhadora, as nacionalidades oprimidas e tudo o que há de progressista na sociedade espanhola cerraram fileiras para impedir a chegada de um governo que ameaçava se tornar o mais reacionário em 40

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A remoção do ex-ditador do Sudão, Omar al-Bashir, em 11 de abril, não significou o fim da Revolução Sudanesa. Pelo contrário, longe de atender às principais demandas da revolução, a tomada do poder pelo exército é uma tentativa de desorientar as massas e roubar suas realizações. No entanto, as massas não estão deixando escapar tão facilmente sua suada vitória.

Dia 11 de abril, com base em um movimento revolucionário que durou mais de quatro meses, o povo sudanês derrubou o general Omar al-Bashir. A derrubada de Bashir, um homem que governou o Sudão com mão de ferro durante trinta anos, é uma vitória importante, não só para o povo sudanês, como também para toda a região. No entanto, é importante que este seja apenas o primeiro passo em um processo revolucionário, que deve terminar com a derrubada do regime como um todo.

Depois de quase três décadas no poder, Omar al-Bashir foi derrubado como presidente do Sudão por protestos populares. As massas foram às ruas no que só pode ser descrito como um movimento revolucionário, embora sem liderança ou demandas claras. O próprio Bashir foi preso e está sendo “mantido em lugar seguro” pelos militares.

Julian Assange foi preso no último dia 11 na Embaixada do Equador em Londres mediante um pedido de extradição por parte dos EUA. A polícia londrina deteve Assange a partir desse pedido e por ele não ter se apresentado à justiça britânica acerca de um processo de fiança. Theresa May confirmou pela manhã, em seu discurso na Câmara dos Comuns, que Julian Assange “foi preso a partir de um pedido de extradição vindo das autoridades dos EUA”.

Os argelinos saíram às ruas para celebrar nesta terça-feira à noite, depois que o presidente Abdelaziz Bouteflika anunciou sua renúncia. Isso aconteceu depois de um mês e meio de protestos massivos contra o seu governo. Mas isso por si só não resolverá nada, e as massas estão pedindo agora a queda de todo o regime.

Boa viagem. Esse será o sentimento entre os membros de base do Partido Trabalhista com relação às notícias de que um grupo de sete blairistas está abandonando o partido. O prazer de vê-los partir se misturará à imensa raiva com relação ao papel traiçoeiro que esses direitistas desempenharam nos anos recentes. A tarefa agora é expulsar o restante dos sabotadores que permanecem à vontade dentro do Partido Trabalhista Parlamentar (PLP). É por essa razão que necessitamos de uma reeleição

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O movimento revolucionário na Argélia está mantendo seu impulso enquanto o regime começa a desmoronar. Milhões de pessoas tomaram as ruas mais uma vez na sexta-feira, 22 de março, e um novo movimento de greve geral está se desenvolvendo, o que poderia derrubar todo o regime apodrecido.

O Comitê para uma Internacional dos Trabalhadores (CIT) mergulhou em uma crise convulsiva, que, provavelmente, terminará em uma cisão. No centro da crise estão os desenvolvimentos em sua seção irlandesa. A partir do material disponível de suas discussões internas, parece que a seção irlandesa está sendo acusada de se adaptar às políticas identitárias, concentrando-se nos temas das mulheres e LGBTQ+ em detrimento do trabalho nos sindicatos, inclinando-se para o reformismo e, ao mesmo tempo,

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No último dia 16, milhões de argelinos tomaram as ruas na quarta sexta-feira consecutiva de protestos contra o regime de Abdelaziz Bouteflika. De acordo com estimativas iniciais, as manifestações foram ainda maiores que as do dia 8 de março, que abalaram o regime e tiveram número recorde de participantes. Há muito habituado a realizar todos os seus crimes impunemente, o regime agora é forçado a se dar conta de que as massas não vão desistir facilmente.

A Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado prenderam o sargento reformado da PM, Ronnie Lessa, e o ex-PM, Elcio Vieira de Queiroz (expulso da corporação) por envolvimento no assassinato de Marielle e do motorista Anderson.

Hoje, 6 de março, o juiz do Tribunal Superior de Multan concedeu fiança a Rawal Asad depois de ouvir o seu caso. Isso provou mais uma vez que as decisões dos tribunais inferiores eram ilegais e tendenciosas. Também revela com clareza que eles estavam sujeitos à influência externa.

A eleição presidencial de 2020 começou. O fato de que os democratas tenham ganhado 40 assentos adicionais na Câmara dos Deputados nas eleições intermediárias deixou muitos deles com gosto de sangue republicano na boca. Vários candidatos, incluindo Elizabeth Warren, Amy Klobuchar, Kamala Harris e Corey Booker, já lançaram suas campanhas. Agora Bernie Sanders tornou-se o 10º candidato oficial – com mais alguns por vir – para anunciar sua corrida pela indicação do Partido

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Então, 23 de fevereiro veio e se foi. Esse era o dia que os EUA e seus fantoches locais consideravam como o Dia D, quando a “ajuda humanitária” devia entrar no país contra a vontade do diabólico Maduro, algo que, como até mesmo o correspondente da BBC admitiu, tinha pouco a ver com ajuda e tudo a ver com um desafio à autoridade do presidente Maduro.

Neste dia 19, o juiz da Sessão Adicional de Multan rejeitou o pedido de liberdade sob fiança de Rawal Asad, embora a ordem escrita seja emitida amanhã. O advogado de Rawal, Azhar Bukhari, apresentou uma sólida defesa diante do juiz e argumentou que o caso é fabricado do início ao fim. Ele também citou precedentes de muitas decisões de vários tribunais do Paquistão nas últimas décadas e assinalou que unir-se a um protesto é um direito democrático básico de todos os cidadãos, como garantido

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Em 11 de fevereiro de 2019, a polícia do Estado paquistanês, conhecida por suas prisões ilegais, por sua brutalidade e assassinatos de pessoas inocentes, reprimiu e prendeu estudantes e ativistas da Aliança Progressista da Juventude (Progressive Youth Alliance – PYA, em suas siglas em inglês) em sua sede em Multan. Eles foram acusados de numerosos casos, incluindo sedição. Alguns deles conseguiram pagar fiança antes da prisão, mas Rawal Asad ainda se encontra preso e há a ameaça de

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A provação do líder estudantil marxista de Multan, Rawal Asad, parece interminável. Ele está sendo claramente vítima de atos ilícitos e do atraso dos procedimentos judiciais. No sábado, mais uma vez ficou claro que não existe nenhuma lei no Paquistão e que os tribunais e advogados são todos parte de uma farsa, enquanto os reais agentes do poder governam sem contestação. O pedido de fiança para o caso fabricado de sedição deveria ser ouvido sábado em um tribunal de Multan. Mas o juiz atrasou

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Rawal Asad é um estudante universitário e ativista político de Government Emerson College, em Multan. Em 5 de fevereiro, ele se uniu a um protesto convocado pelo Movimento Pashtun Tahafuz(PTM), em Multan. Eles protestavam contra o assassinato de seu líder, Arman Luni, que era um professor universitário e foi assassinado no Baluchistão dias antes por um oficial de alta patente da polícia, pessoalmente, sob tortura. O caso desse assassinato ainda não foi

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Rawal Asad é um estudante universitário e ativista político de Government Emerson College, em Multan. Em 5 de fevereiro, ele se uniu a um protesto convocado pelo Movimento Pashtun Tahafuz(PTM), em Multan. Eles protestavam contra o assassinato de seu líder, Arman Luni, que era um professor universitário e foi assassinado no Baluchistão dias antes por um oficial de alta patente da polícia, pessoalmente, sob tortura. O caso desse assassinato ainda não foi registrado. Mas a

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O movimento dos coletes amarelos possui uma pujança e uma profundidade que não param de surpreender – e assustar – seus adversários. Claro que a burguesia e seus lacaios (políticos e midiáticos) sabem que a pobreza existe. Eles já ouviram falar disso. Até mesmo já cruzou a vista e o olhar, acidentalmente. Mas de resto, eles estão totalmente desconectados das condições reais de vida do povo, de seus sofrimentos e de seus problemas. Então, do alto de seus privilégios, de seu poder e de suas

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A Corrente Marxista Internacional (CMI) rechaça a tentativa em marcha do imperialismo estadunidense de realizar um golpe de Estado na Venezuela. O que estamos presenciando é uma tentativa de destituir o governo venezuelano do presidente Maduro por parte de uma coalizão de países liderados por Trump. Este é o último episódio de uma campanha de 20 anos contra a Revolução Bolivariana, incluindo golpes de Estado militares, infiltrações de paramilitares, sanções, pressão diplomática, distúrbios

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Em 8-9 de janeiro, cerca de 200 milhões de trabalhadores fizeram uma greve de dois dias por toda a Índia, paralisando o país. A greve foi convocada por 10 sindicatos centrais da Índia contra as políticas antitrabalhistas do governo de Modi. BMS, filiado a RSS-BJP, foi o único sindicato central que foi contra a greve e tentou sabotá-la. Todos os demais apoiaram a greve e fizeram grandes esforços para torná-la bem-sucedida.

Embora o golpe imperialista em curso na Venezuela ainda não tenha sido bem-sucedido, a impressão que se tem é que marcha inexoravelmente à frente em sua implementação, que é principalmente impulsionada mais por forças externas do que de dentro da própria Venezuela. O próximo passo do plano é usar a “ajuda humanitária” como uma provocação na fronteira com a Colômbia.

Os esforços de Washington para remover o governo venezuelano, uma tentativa de golpe imperialista, prosseguem rapidamente. Em 26 de janeiro, os EUA anunciaram sanções contra a PDVSA e confiscaram ativos da empresa de petróleo venezuelana. Este é um golpe sério à economia venezuelana e ao governo. Está claro que a administração Trump acha que tem uma janela de oportunidade e está indo para a matança.

O Referendo de Iniciativa Cidadã (RIC) surgiu como a reivindicação democrática central do movimento dos coletes amarelos. Seu princípio é simples: caso um número suficiente de cidadãos demande, um referendo pode ser organizado sobre toda questão de interesse público – lei, texto constitucional, exoneração de um representante eleito, entre outras.

É um fato reconhecido que o acidente pode desempenhar um papel considerável tanto na história quanto nas vidas dos indivíduos. No transcorrer de minha vida observei muitos acidentes e coincidências extraordinárias. Mas nunca experimentei uma concatenação única e imprevisível de circunstâncias como a que vou relatar aqui.

Sob o transparente disfarce da agitação “aliança pela paz”, a Frente Popular [1] da Grã-Bretanha dá agora seus primeiros passos para entrar na arena política. Os liberais abrem atentamente os seus ouvidos, os dirigentes do Partido Trabalhista se opõem veementemente ao projeto e o Partido Comunista, o iniciador da agitação, está utilizando todos os recursos que possui para trazer a Frente Popular à existência. Torna-se agora urgentemente necessário para os trabalhadores britânicos tirar

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Os EUA decidiram que já é hora de uma “mudança de regime” na Venezuela e estão agindo de forma implacável para conseguir isso. Os imperialistas nomearam um “presidente interino” e reuniram a “comunidade internacional” para reconhecê-lo. Apreenderam os ativos venezuelanos nos EUA e no Reino Unido e impuseram sanções econômicas. Pedem ao presidente Maduro para renunciar e que o exército venezuelano o destitua se se negar a fazê-lo. Esta é uma tentativa de golpe de estado imperialista, a que

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