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Derrotamos ao “trifachito”. A reação neofranquista não passou nessas eleições. Apesar de explorar os preconceitos mais baixos e perversos das camadas mais atrasadas da população, a direita comeu pó em sua tentativa de chegar à La Moncloa. As famílias trabalhadoras, a juventude, a mulher trabalhadora, as nacionalidades oprimidas e tudo o que há de progressista na sociedade espanhola cerraram fileiras para impedir a chegada de um governo que ameaçava se tornar o mais reacionário em 40 anos.

A remoção do ex-ditador do Sudão, Omar al-Bashir, em 11 de abril, não significou o fim da Revolução Sudanesa. Pelo contrário, longe de atender às principais demandas da revolução, a tomada do poder pelo exército é uma tentativa de desorientar as massas e roubar suas realizações. No entanto, as massas não estão deixando escapar tão facilmente sua suada vitória.

Dia 11 de abril, com base em um movimento revolucionário que durou mais de quatro meses, o povo sudanês derrubou o general Omar al-Bashir. A derrubada de Bashir, um homem que governou o Sudão com mão de ferro durante trinta anos, é uma vitória importante, não só para o povo sudanês, como também para toda a região. No entanto, é importante que este seja apenas o primeiro passo em um processo revolucionário, que deve terminar com a derrubada do regime como um todo.

Depois de quase três décadas no poder, Omar al-Bashir foi derrubado como presidente do Sudão por protestos populares. As massas foram às ruas no que só pode ser descrito como um movimento revolucionário, embora sem liderança ou demandas claras. O próprio Bashir foi preso e está sendo “mantido em lugar seguro” pelos militares.

Julian Assange foi preso no último dia 11 na Embaixada do Equador em Londres mediante um pedido de extradição por parte dos EUA. A polícia londrina deteve Assange a partir desse pedido e por ele não ter se apresentado à justiça britânica acerca de um processo de fiança. Theresa May confirmou pela manhã, em seu discurso na Câmara dos Comuns, que Julian Assange “foi preso a partir de um pedido de extradição vindo das autoridades dos EUA”.

Os argelinos saíram às ruas para celebrar nesta terça-feira à noite, depois que o presidente Abdelaziz Bouteflika anunciou sua renúncia. Isso aconteceu depois de um mês e meio de protestos massivos contra o seu governo. Mas isso por si só não resolverá nada, e as massas estão pedindo agora a queda de todo o regime.

Boa viagem. Esse será o sentimento entre os membros de base do Partido Trabalhista com relação às notícias de que um grupo de sete blairistas está abandonando o partido. O prazer de vê-los partir se misturará à imensa raiva com relação ao papel traiçoeiro que esses direitistas desempenharam nos anos recentes. A tarefa agora é expulsar o restante dos sabotadores que permanecem à vontade dentro do Partido Trabalhista Parlamentar (PLP). É por essa razão que necessitamos de uma reeleição obrigatória de mandatos.

O movimento revolucionário na Argélia está mantendo seu impulso enquanto o regime começa a desmoronar. Milhões de pessoas tomaram as ruas mais uma vez na sexta-feira, 22 de março, e um novo movimento de greve geral está se desenvolvendo, o que poderia derrubar todo o regime apodrecido.

O Comitê para uma Internacional dos Trabalhadores (CIT) mergulhou em uma crise convulsiva, que, provavelmente, terminará em uma cisão. No centro da crise estão os desenvolvimentos em sua seção irlandesa. A partir do material disponível de suas discussões internas, parece que a seção irlandesa está sendo acusada de se adaptar às políticas identitárias, concentrando-se nos temas das mulheres e LGBTQ+ em detrimento do trabalho nos sindicatos, inclinando-se para o reformismo e, ao mesmo tempo, adotando uma postura sectária. Isso emerge tanto das críticas da facção majoritária do Secretariado Internacional (SI) quanto de um de seus parlamentares, Paul Murphy.

No último dia 16, milhões de argelinos tomaram as ruas na quarta sexta-feira consecutiva de protestos contra o regime de Abdelaziz Bouteflika. De acordo com estimativas iniciais, as manifestações foram ainda maiores que as do dia 8 de março, que abalaram o regime e tiveram número recorde de participantes. Há muito habituado a realizar todos os seus crimes impunemente, o regime agora é forçado a se dar conta de que as massas não vão desistir facilmente.

A Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado prenderam o sargento reformado da PM, Ronnie Lessa, e o ex-PM, Elcio Vieira de Queiroz (expulso da corporação) por envolvimento no assassinato de Marielle e do motorista Anderson.

Hoje, 6 de março, o juiz do Tribunal Superior de Multan concedeu fiança a Rawal Asad depois de ouvir o seu caso. Isso provou mais uma vez que as decisões dos tribunais inferiores eram ilegais e tendenciosas. Também revela com clareza que eles estavam sujeitos à influência externa.

A eleição presidencial de 2020 começou. O fato de que os democratas tenham ganhado 40 assentos adicionais na Câmara dos Deputados nas eleições intermediárias deixou muitos deles com gosto de sangue republicano na boca. Vários candidatos, incluindo Elizabeth Warren, Amy Klobuchar, Kamala Harris e Corey Booker, já lançaram suas campanhas. Agora Bernie Sanders tornou-se o 10º candidato oficial – com mais alguns por vir – para anunciar sua corrida pela indicação do Partido Democrata.

Então, 23 de fevereiro veio e se foi. Esse era o dia que os EUA e seus fantoches locais consideravam como o Dia D, quando a “ajuda humanitária” devia entrar no país contra a vontade do diabólico Maduro, algo que, como até mesmo o correspondente da BBC admitiu, tinha pouco a ver com ajuda e tudo a ver com um desafio à autoridade do presidente Maduro.

Neste dia 19, o juiz da Sessão Adicional de Multan rejeitou o pedido de liberdade sob fiança de Rawal Asad, embora a ordem escrita seja emitida amanhã. O advogado de Rawal, Azhar Bukhari, apresentou uma sólida defesa diante do juiz e argumentou que o caso é fabricado do início ao fim. Ele também citou precedentes de muitas decisões de vários tribunais do Paquistão nas últimas décadas e assinalou que unir-se a um protesto é um direito democrático básico de todos os cidadãos, como garantido na Constituição (até agora).

Em 11 de fevereiro de 2019, a polícia do Estado paquistanês, conhecida por suas prisões ilegais, por sua brutalidade e assassinatos de pessoas inocentes, reprimiu e prendeu estudantes e ativistas da Aliança Progressista da Juventude (Progressive Youth Alliance – PYA, em suas siglas em inglês) em sua sede em Multan. Eles foram acusados de numerosos casos, incluindo sedição. Alguns deles conseguiram pagar fiança antes da prisão, mas Rawal Asad ainda se encontra preso e há a ameaça de que a polícia estatal o torture no cárcere e o retenha ali para sempre. Seu único crime é que ele é um ativista que está tentando organizar estudantes e trabalhadores contra as injustiças dos

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A provação do líder estudantil marxista de Multan, Rawal Asad, parece interminável. Ele está sendo claramente vítima de atos ilícitos e do atraso dos procedimentos judiciais. No sábado, mais uma vez ficou claro que não existe nenhuma lei no Paquistão e que os tribunais e advogados são todos parte de uma farsa, enquanto os reais agentes do poder governam sem contestação. O pedido de fiança para o caso fabricado de sedição deveria ser ouvido sábado em um tribunal de Multan. Mas o juiz atrasou a audiência até o horário de fechamento do tribunal. No final, ele disse que não podia ouvir o caso e que o mesmo devia ser encaminhado a algum outro juiz.

Rawal Asad é um estudante universitário e ativista político de Government Emerson College, em Multan. Em 5 de fevereiro, ele se uniu a um protesto convocado pelo Movimento Pashtun Tahafuz(PTM), em Multan. Eles protestavam contra o assassinato de seu líder, Arman Luni, que era um professor universitário e foi assassinado no Baluchistão dias antes por um oficial de alta patente da polícia, pessoalmente, sob tortura. O caso desse assassinato ainda não foi registrado. Mas a polícia registrou um caso contra todos os manifestantes, incluindo Rawal Asad, acusando-os de sedição, entre outras coisas.

Rawal Asad é um estudante universitário e ativista político de Government Emerson College, em Multan. Em 5 de fevereiro, ele se uniu a um protesto convocado pelo Movimento Pashtun Tahafuz(PTM), em Multan. Eles protestavam contra o assassinato de seu líder, Arman Luni, que era um professor universitário e foi assassinado no Baluchistão dias antes por um oficial de alta patente da polícia, pessoalmente, sob tortura. O caso desse assassinato ainda não foi registrado. Mas a polícia registrou um caso contra todos os manifestantes, incluindo Rawal Asad, acusando-os de sedição, entre outras coisas.

O movimento dos coletes amarelos possui uma pujança e uma profundidade que não param de surpreender – e assustar – seus adversários. Claro que a burguesia e seus lacaios (políticos e midiáticos) sabem que a pobreza existe. Eles já ouviram falar disso. Até mesmo já cruzou a vista e o olhar, acidentalmente. Mas de resto, eles estão totalmente desconectados das condições reais de vida do povo, de seus sofrimentos e de seus problemas. Então, do alto de seus privilégios, de seu poder e de suas fortunas, dizem a si mesmos: “um pouco mais ou um pouco menos de austeridade, que diferença faz”? A resposta surgiu diante de suas faces.

A Corrente Marxista Internacional (CMI) rechaça a tentativa em marcha do imperialismo estadunidense de realizar um golpe de Estado na Venezuela. O que estamos presenciando é uma tentativa de destituir o governo venezuelano do presidente Maduro por parte de uma coalizão de países liderados por Trump. Este é o último episódio de uma campanha de 20 anos contra a Revolução Bolivariana, incluindo golpes de Estado militares, infiltrações de paramilitares, sanções, pressão diplomática, distúrbios violentos e tentativas de assassinato.

Em 8-9 de janeiro, cerca de 200 milhões de trabalhadores fizeram uma greve de dois dias por toda a Índia, paralisando o país. A greve foi convocada por 10 sindicatos centrais da Índia contra as políticas antitrabalhistas do governo de Modi. BMS, filiado a RSS-BJP, foi o único sindicato central que foi contra a greve e tentou sabotá-la. Todos os demais apoiaram a greve e fizeram grandes esforços para torná-la bem-sucedida.

Embora o golpe imperialista em curso na Venezuela ainda não tenha sido bem-sucedido, a impressão que se tem é que marcha inexoravelmente à frente em sua implementação, que é principalmente impulsionada mais por forças externas do que de dentro da própria Venezuela. O próximo passo do plano é usar a “ajuda humanitária” como uma provocação na fronteira com a Colômbia.

Os esforços de Washington para remover o governo venezuelano, uma tentativa de golpe imperialista, prosseguem rapidamente. Em 26 de janeiro, os EUA anunciaram sanções contra a PDVSA e confiscaram ativos da empresa de petróleo venezuelana. Este é um golpe sério à economia venezuelana e ao governo. Está claro que a administração Trump acha que tem uma janela de oportunidade e está indo para a matança.

O Referendo de Iniciativa Cidadã (RIC) surgiu como a reivindicação democrática central do movimento dos coletes amarelos. Seu princípio é simples: caso um número suficiente de cidadãos demande, um referendo pode ser organizado sobre toda questão de interesse público – lei, texto constitucional, exoneração de um representante eleito, entre outras.

É um fato reconhecido que o acidente pode desempenhar um papel considerável tanto na história quanto nas vidas dos indivíduos. No transcorrer de minha vida observei muitos acidentes e coincidências extraordinárias. Mas nunca experimentei uma concatenação única e imprevisível de circunstâncias como a que vou relatar aqui.

Sob o transparente disfarce da agitação “aliança pela paz”, a Frente Popular [1] da Grã-Bretanha dá agora seus primeiros passos para entrar na arena política. Os liberais abrem atentamente os seus ouvidos, os dirigentes do Partido Trabalhista se opõem veementemente ao projeto e o Partido Comunista, o iniciador da agitação, está utilizando todos os recursos que possui para trazer a Frente Popular à existência. Torna-se agora urgentemente necessário para os trabalhadores britânicos tirar conclusões dos acontecimentos na Espanha, examinar a experiência da frente popular, como aparece na prática da guerra civil, para enfrentar os problemas do amanhã.

Os EUA decidiram que já é hora de uma “mudança de regime” na Venezuela e estão agindo de forma implacável para conseguir isso. Os imperialistas nomearam um “presidente interino” e reuniram a “comunidade internacional” para reconhecê-lo. Apreenderam os ativos venezuelanos nos EUA e no Reino Unido e impuseram sanções econômicas. Pedem ao presidente Maduro para renunciar e que o exército venezuelano o destitua se se negar a fazê-lo. Esta é uma tentativa de golpe de estado imperialista, a que qualquer socialista e mesmo qualquer democrata consistente tem o dever de se opor.

O movimento dos coletes amarelos é um terremoto social de força excepcional. É um importante ponto de inflexão na luta de classes na França e uma fonte de inspiração para os trabalhadores de todo o mundo. Terá um impacto profundo e duradouro na vida política do país.

Como viemos denunciando, está em marcha na Venezuela um golpe de Estado promovido pelo imperialismo e seus lacaios da Cúpula de Lima e executado por suas marionetes da oposição. No dia 23 de janeiro, o golpe entrou numa fase superior de sua execução, com o autojuramento do deputado Guaido como presidente em exercício da República.

Desde o início da crise de 2008, partidos e movimentos anti-imigrantes avançaram na Europa e nos EUA. Conseguiram até mesmo ganhar certas camadas da classe trabalhadora para o seu programa. Isso levou um setor do movimento dos trabalhadores a se adaptar a essas ideias, exigindo controles de fronteira mais estritos, justificando sua posição com citações de Marx. Tais políticas míopes não têm nada a ver com Marx ou com as tradições da Primeira, da Segunda ou da Terceira Internacional, como demonstraremos.

Uma tentativa de golpe de Estado imperialista está em curso na Venezuela. No dia 10 de janeiro, o presidente Maduro foi empossado para um novo mandato. Ele venceu a eleição de 20 de maio. Na ocasião, uma parte da oposição decidiu participar do processo eleitoral e outra decidiu boicotar as eleições. Em 11 de janeiro, Juan Guaidó, presidente da oposicionista Assembleia Nacional (em desacato à lei desde 2015), recusou-se a reconhecer a posse de Maduro e declarou-se disposto a assumir a presidência “com o apoio das forças armadas, do povo e da comunidade internacional”.

A Casa Branca publicou um documento intitulado “Os Custos de Oportunidade do Socialismo” que reconhece a crescente popularidade do socialismo nos Estados Unidos (particularmente entre os jovens) e tenta proporcionar uma refutação científica em favor do capitalismo. Alan Woods, editor do portal “In Defence of Marxism”, responde às calúnias desse documento e demonstra porque as ideias socialistas estão ganhando terreno nos EUA.

Ultimamente, os meios de comunicação burgueses, sobretudo na Europa, se deleitaram com a “milagrosa” mudança de sorte de Portugal. Há apenas sete anos, a economia portuguesa estava à beira do colapso. O país se dirigia para o tipo de agitação social que causou uma situação pré-revolucionária na Grécia e que levou a um enorme movimento de massas na vizinha Espanha.

Theresa May sobreviveu para viver mais um dia depois de passar por um voto de desconfiança entre os parlamentares de seu partido com uma maioria de 200 a 117 votos. Mas embora a líder do Tory possa ter ganhado essa batalha, certamente perdeu a guerra.

O primeiro-ministro húngaro de direita, Viktor Orbán, sofreu um golpe quando uma onda de protestos se espalhou pelo país. Os protestos foram desencadeados por uma nova legislação, rotulada como a “lei dos escravos”, que foi aprovada em 12 de dezembro. Esse ataque cruel aos trabalhadores húngaros permitirá que os empregadores aumentem a quantidade de horas extras, podendo exigir dos trabalhadores de 250 a 400 horas ao ano, o que equivale a aproximadamente oito horas por semana. Não apenas isso, também pode haver um atraso no pagamento dessas horas extras de até três anos.

Pelo quinto sábado consecutivo, os manifestantes coletes amarelos tomaram as ruas da França em 15 de dezembro no que foi chamado de “Ato V” do movimento. Este ocorreu depois dos anúncios de Macron das “concessões” em 10 de dezembro; e em uma semana que viu uma mobilização de estudantes e um dia nacional de ação, convocado pela CGT. Depois de cinco semanas, que estágio alcançou o movimento e quais são suas perspectivas?

O movimento Colete Amarelo entrou em seu “quarto ato” nesta semana, com outra rodada de protestos radicais com mais de 130.000 pessoas por todo o país. Dessa vez, a resposta do estado foi ainda mais brutal, com 89.000 gendarmes mobilizados por toda a França numa tentativa de impedir que os coletes amarelos se manifestassem – pacificamente ou não – resultando em mais de 2.000 prisões.

A situação social e política na França está mudando a uma velocidade vertiginosa. Em menos de um mês, o desenvolvimento do movimento dos coletes amarelos colocou o país no limiar de uma crise revolucionária. Nos próximos dias, esse limite pode ser ultrapassado. O que definirá?

O discurso de Emmanuel Macron em 27 de novembro pela manhã foi uma longa e interminável provocação. Enquanto os coletes amarelos exigem, no mínimo, medidas imediatas contra o elevado custo de vida, o presidente falou, principalmente, sobre a situação do mundo até 2050. Ele não nos poupou sequer de considerações sobre “método” e “pedagogia”. Mas nem uma única medida concreta foi anunciada. A variação dos impostos de acordo com o preço do petróleo não é uma medida concreta: é uma vaga suposição, não quantificada e sem prazo de validade.

Desde 1 de dezembro, o último dia dos protestos de massas na França, a mídia francesa transmite incansavelmente as cenas de conflito entre os manifestantes “Coletes Amarelos” e a polícia antimotim, que abalaram Paris. Jornalistas e políticos estão realizando uma corrida de revezamento para “condenar toda violência” – com a notável exceção da violência cometida pela polícia antimotim, que resultou até agora pelo menos na morte de um manifestante e feriu muitos manifestantes pacíficos.

Os protestos dos Coletes Amarelos (Gilets Jaunes) na França estão em um momento decisivo. Ante a ascensão do radicalismo, que agora ameaça a própria sobrevivência de seu governo, Macron mudou seu tom desafiante e prometeu ‘suspender’ o aumento do imposto sobre os combustíveis que provocou o movimento. Essa retirada veio depois das batalhas de rua durante a semana entre milhares de manifestantes e a polícia que deixaram mais de 200 feridos somente em Paris e que resultaram em pelo menos uma morte.

A mobilização do movimento de protesto dos Coletes Amarelos (gilets jaunes) assinala um passo importante no desenvolvimento da luta de classes na França. Sem nenhum partido ou sindicato e nenhuma organização prévia, centenas de milhares de pessoas participaram desse movimento contra o aumento dos impostos sobre o diesel e a gasolina, varrendo para o lado as falsas concessões e ameaças do governo. Eles são apoiados por uma grande maioria da população.

A mobilização do movimento de protesto dos Coletes Amarelos (gilets jaunes) assinala um passo importante no desenvolvimento da luta de classes na França. Sem nenhum partido ou sindicato e nenhuma organização prévia, centenas de milhares de pessoas participaram desse movimento contra o aumento dos impostos sobre o diesel e a gasolina, varrendo para o lado as falsas concessões e ameaças do governo. Eles são apoiados por uma grande maioria da população.

A Casa Branca publicou um documento intitulado “Os Custos de Oportunidade do Socialismo” que reconhece a crescente popularidade do socialismo nos Estados Unidos (particularmente entre os jovens) e tenta proporcionar uma refutação científica em favor do capitalismo. Alan Woods, editor do portal “In Defence of Marxism”, responde às calúnias desse documento e demonstra porque as ideias socialistas estão ganhando terreno nos EUA.

A Casa Branca publicou um documento intitulado “Os Custos de Oportunidade do Socialismo” que reconhece a crescente popularidade do socialismo nos Estados Unidos (particularmente entre os jovens) e tenta proporcionar uma refutação científica em favor do capitalismo. Alan Woods, editor do portal “In Defence of Marxism”, responde às calúnias desse documento e demonstra porque as ideias socialistas estão ganhando terreno nos EUA.

Bolsonaro ganhou o segundo turno da eleição presidencial brasileira com 55% da votação, derrotando Haddad – o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) – que recebeu 45%. Todas as esperanças de uma recuperação de última hora se desfizeram. Esse resultado é um revés para a classe trabalhadora e para os pobres. Precisamos entender o que significa, o que levou a essa situação e qual estratégia o movimento dos trabalhadores deve seguir diante desse governo reacionário.

Há 26 anos, após a queda da União Soviética, os defensores do capitalismo estavam eufóricos. Falavam da morte do socialismo e do comunismo. O liberalismo triunfou e, assim, a história havia alcançado sua expressão final na forma do capitalismo. Foi nesse momento que Yoshihiro Francis Fukuyama pronunciou sua famosa (ou notória) previsão de que a história havia terminado. O que ele quis dizer com isso foi o seguinte: agora que o socialismo (na forma da União Soviética) fracassou, o único sistema socioeconômico possível era o capitalismo, ou como ele e outros preferiam descrevê-lo: “a economia de livre mercado”.

Bolsonaro venceu a segunda volta das eleições presidenciais do Brasil com 55 porcento dos votos, derrotando Haddad – o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) – que obteve 45 porcento. Quaisquer esperanças de uma alteração em cima da hora viram-se goradas. Este resultado é um retrocesso para a classe trabalhadora e para os pobres. Precisamos de compreender o que significa, o que levou a esta situação e que estratégia deve seguir o movimento dos trabalhadores, perante este governo reaccionário.