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A crise provocada pelo coronavírus já começou a causar gargalos no transporte de carga no Brasil, o que demonstra as fragilidades de nosso sistema, devido ao monopólio do setor rodoviário no transporte de cargas gerais.

O coronavírus chegou nas imensas favelas do Rio de Janeiro. O número de casos de moradores de favelas (bairros proletários) contaminados pode ser difícil de conhecer, pois a contagem e o registro tem sido feito por bairros oficialmente reconhecidos e não por favelas.

Estamos, por meio desta carta, tornando pública nossa indignação, que, certamente, é a indignação de milhares de trabalhadores brasileiros obrigados a trabalhar no atual momento de crise e pandemia. Trabalhamos na rede de hotel Transamérica, que atende pelo Brasil todo.

1. O STCC convocou Greve entre dia 24 de Março e 5 de Abril inclusivé. O aviso prévio excluía desde logo a “linha SNS24 e outros serviços imprescindíveis de saúde pública, apoio ao INEM, apoio a forças de segurança e linha de apoio à vida”.

No final de 2019, foi anunciada, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)1 , uma queda vegetativa do desemprego, passando de 12,3% em 2018, para 11,9% em 2019, ou seja, uma redução de 0,4%. Mudança insignificante e falseada, já que neste mesmo período o número de desalentados – trabalhadores que desistiram de procurar emprego – aumentou 1,4% e os trabalhadores informais – sem carteira assinada e que trabalham por conta própria – aumentou significativamente, alcançando 41% dos trabalhadores que possuem alguma ocupação, batendo recorde. Isso significa, na prática, que o desemprego não diminuiu, pelo contrário, produziu desalentados ou arrastou

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O site do colectivomarxista.org - está disponível desde hoje!

Estávamos a trabalhar neste projecto já há algum tempo. Decidimos antecipar e lançar hoje (embora a gráfica do site esteja ainda em desenvolvimento) por que achamos que, nesta altura de crise econômica e social, a difusão e discussão de ideias políticas sejam mais importantes do que nunca.

A pandemia do Covid-19 mergulhou a sociedade norte-americana em pânico e consternação. Todos os cinquenta estados dos EUA e Washington, DC, já confirmaram casos do novo coronavírus, e o número de mortes está aumentando a cada hora, após ultrapassar as 150 mortes em 18 de março. As autoridades de saúde pública temem que os EUA tenham atingido um ponto crítico e que possam se aproximar rapidamente da situação vista na Itália, onde os hospitais estão sobrecarregados e o país inteiro está fechado. O Dr. Carlos Del Rio, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Emory de Atlanta, disse recentemente à CNN: “Estou realmente preocupado com … ter a pior combinação possível: muitos

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O Covid-19, a gestão desastrosa do início da epidemia e o pânico entretanto instalado ameaçam centenas de milhares de postos de trabalho e os já insuficientes salários de grande parte dos trabalhadores portugueses. Desemprego, redução de salários e benefícios e austeridade sem fim para, uma vez mais, pagar os “pacotes financeiros” que se anunciam.

A Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou o coronavírus (oficialmente, Covid-19) como uma pandemia na última quarta-feira (11/3). Essa é uma situação de saúde pública na qual uma doença se propaga pelo mundo de forma rápida e simultânea. Os primeiros casos de contaminação interna já foram diagnosticados no Brasil e há projeções de um crescimento exponencial[1] de casos nas próximas semanas.

Acontecimentos em escala mundial estão se movendo a uma velocidade vertiginosa. O novo coronavírus (Covid-19) desencadeou uma reação em cadeia, que está derrubando qualquer aparência de estabilidade em um país após o outro. Todas as contradições do sistema capitalista estão vindo à tona.

A seguinte declaração dos trabalhadores na Espanha, que protestam contra a recusa dos patrões em tomar medidas de segurança adequadas à luz da pandemia de coronavírus, é um exemplo para o mundo inteiro. Não às condições de trabalho inseguras! Façam os patrões pagarem!