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Em 1933, Trotsky tratou da questão da pertinência das reivindicações democráticas enquanto a classe operária alemã estava sendo esmagada pela ascensão de Hitler. Aqui vamos publicar uma introdução ao artigo de Trotsky “Fascismo e Slogans Democráticos” (Julho 1933), juntamente com o artigo original. Escrito para o público iraniano, que explica a necessidade dos marxistas estarem na linha da frente da luta pelas reivindicações democráticas, e, ao mesmo tempo, explicando que as aspirações democráticas das massas só podem ser satisfeitas na luta pelo socialismo.

A economia mundial está mergulhada em uma profunda crise desde 2007. Os burgueses já tentaram de tudo para sair da crise, a partir da quantitative easing [flexibilização quantitativa], passando desde a taxa zero de juros, até a socialização das perdas bancárias, que nada adiantaram. Por que uma versão moderna do Keynesianismo não pode funcionar?

No dia 21 de janeiro de 1924 chegava ao fim a vida do grande revolucionário marxista Vladimir Ilyich Ulyanov (Lênin), principal líder do Partido Bolchevique e da Revolução Russa de 1917. Logo após a sua morte, há 90 anos, Leon Trotsky escreveu esta bela homenagem que reproduzimos abaixo:

O 9º Congresso do Partido da Refundação Comunista (PRC) foi realizado em Perugia (Itália) entre os dias 6 e 8 de dezembro de 2013. Foi um congresso que expressou a profunda crise em que o partido se encontra. Eles não foram capazes de chegar a uma decisão sobre como e quem devem eleger para secretário geral. A única decisão real foi adiar a tomada de qualquer decisão!

O que é valor? Esta questão tem intrigado a mente humana por mais de dois mil anos. Os economistas burgueses clássicos lidaram com a questão, como o fez Marx. Depois de muito debaterem, encontraram a ideia correta de que o trabalho era a fonte de valor. Isto, então, se tornou um dos pilares da economia política burguesa, começando com Adam Smith. Sobre esta questão, havia um terreno comum entre Marx e os economistas burgueses clássicos.

Em 12 de dezembro milhares de estudantes secundaristas por toda a Áustria entraram em paralisação. Esse é o maior movimento estudantil dos últimos tempos. Nós publicamos um relato abaixo da Rebellion – a organização de estudantes marxistas na Áustria.

O anúncio pela China de uma zona de identificação de defesa aérea dá relevo às tensões entre os imperialismos chinês e estadunidense. Este passo ameaçador da China é a prova de que a era de ouro de estabilidade relativa do imperialismo ianque está chegando ao fim e uma nova etapa de instabilidade e conflitos surge no horizonte, e que o epicentro da contradição fundamental entre as potências capitalistas está se movendo para o Pacífico Ocidental.

As eleições municipais de oito de dezembro na Venezuela deram uma nova vitória à revolução bolivariana, com o Partido Socialista Unido (PSUV) e seus aliados no Grande Polo Patriótico (GPP) recebendo 5,1 milhões de votos (49,24% do total) frente a 4,4 milhões de votos da oposição (47,72%). Se incluirmos os votos dos candidatos bolivarianos que se apresentaram por fora do GPP, o total de votos para a revolução soma mais de 54%.

O documento que segue abaixo foi redigido e publicado na Venezuela antes das eleições ocorridas em 8 de dezembro. O publicamos agora em português para que nossos leitores possam entrar em contato com as proposições com as quais nossos camaradas da CMI Venezuelana travaram e travarão a batalha em defesa da revolução cada vez mais ameaçada pela burguesia e pelo imperialismo. Uma vez mais o sinal de alerta foi dado. Embora o PSUV tenha conquistado a maioria das prefeituras, a revolução segue ameaçada. Quais as tarefas dos revolucionários? Quais as ações que devem adotar o governo?

Por todo o país as pessoas se reuniram para prestar homenagem a um lutador da liberdade. No Soweto, onde Mandela viveu parte de sua vida, as pessoas saíram às ruas para lamentar sua morte e comemorar sua vida. A bandeira nacional tremulará a meia altura até seu funeral.

Já se observou em diversas ocasiões que os analistas burgueses sérios frequentemente chegam às mesmas conclusões que os marxistas, embora com um ligeiro atraso. Esta ideia nunca ficou mais evidente do que em um artigo recente de Paul Krugman, o economista que ganhou o Prêmio Nobel, intitulado “Uma Recessão Permanente”.

ste artigo foi originalmente publicado na revista teórica In Defence of Marxism. Publicamos a sua primeira parte em janeiro deste ano na Web da Esquerda Marxista, posteriormente, por um equívoco divulgamos o artigo junto com a segunda parte como sendo o artigo completo. Na verdade o mesmo tem 3 partes. O publicamos agora na íntegra. 

A recente tragédia no litoral de Lampedusa causou uma sensação geral de raiva e indignação, tanto pela magnitude quanto pela forma como o desastre ocorreu, e que vai muito além das vergonhosas e hipócritas palavras e lágrimas de crocodilo das classes governantes e dos políticos da Itália e da Europa, os verdadeiros cúmplices e instigadores de tais desgraças.

O governo Dilma, ao lançar suas tropas contra os manifestantes que se ergueram contra o Leilão do Campo de Libra, aprofundou as medidas repressivas do Estado contra os que lutam por suas justas reivindicações. Ela abriu a tampa do caldeirão do inferno e por ela começam a passar os demônios da direita.

Centenas de milhares de estudantes, professores e pais marcharam ontem, 24 de outubro, em mais de setenta cidades na Espanha contra os cortes e contrarreformas e em defesa do ensino público gratuito e qualificado como parte de um dia de greve de todo os sistema educacional.

Entendemos a revolta dos jovens com essa “democracia”, como se expressam os jovens do movimento dos Black Blocs. Mas não se justifica um rechaço da democracia representativa em geral. Fazendo isso só estão facilitando o caminho de todos aqueles que hoje erguem a voz clamando por um golpe militar de tipo fascista. Negar toda a democracia só pavimenta a via da reação burguesa que está louca para proibir e esmagar as organizações do movimento operário e da juventude. O “sem partido”, “sem política” dos novos anarquistas em nada ajudou o espetacular movimento de massas eclodido nas jornadas de junho e julho.

Quando se examina a história, esta não parece ser outra coisa além de uma grande massa de contradições. Os acontecimentos se perdem em um labirinto de revoluções, guerras, períodos de progresso e decadência. Os conflitos entre as classes sociais e entre nações se movem no caos do desenvolvimento social. Como é possível entender e explicar estes fatos, quando não parecem ter base racional alguma?

Como havíamos explicado no último editorial de nossa revista Socialist Appeal – “Aprofundam-se as divisões na classe dominante” – a paralisia do governo estadunidense devido à crise orçamentária federal e à oposição Republicana à reforma sanitária de Barack Obama (“Obamacare”) é, em última instância, reflexo das contradições insolúveis do capitalismo. Devido ao grande interesse de nossos leitores sobre o que está acontecendo nos EUA, decidimos ampliar nossa explicação e análise da situação atual.

Há um crescente aumento na temperatura nas lutas da classe trabalhadora em todo o mundo. No Brasil, depois das jornadas de junho, o governo Dilma, não atendendo nenhuma das reivindicações levantadas pela juventude e pela classe trabalhadora, anunciou seu pacote de maldades com a privatização em massa: portos, petróleo, estradas e aeroportos.

Este artigo foi escrito antes da prisão da liderança de Amanhecer Dourado. No entanto, a análise que ele contém foi absolutamente confirmada pelos eventos subsequentes. A Tendência Comunista acompanha os desenvolvimentos e publicará mais artigos com nossas análises e conclusões.

O presente artigo, embora redigido em 1999, mantém toda sua atualidade e nos ensina a compreender os desdobramentos da atual crise, de sua relação com o mercado mundial com o capital fictício, com a supeprodução e com o sistema financeiro globalizado. Um excelente estudo que pode ajudar a todos na compreensão do que se passa hoje no mundo nos limites do sistema baseado na propriedade privada dos meios de produção e de sua anarquica lógica.

O capitalismo grego continua a ser o elo mais fraco da Zona do Euro e ainda se encontra sob o “tratamento intensivo” dos mecanismos de apoio da União Europeia pelo quarto ano consecutivo, bem como em recessão pelo sexto ano consecutivo. O declínio global do PIB desde que a crise começou atingirá 25% no final de 2013 e o desemprego alcançará 30%. De acordo com o Instituto do Trabalho (INE) da Confederação Geral do Trabalho da Grécia (GSEE), vai demorar no mínimo 20 anos para se retornar aos níveis anteriores à crise!

A crise mundial do capitalismo está levando a um profundo questionamento das estruturas, instituições, políticos e partidos da sociedade burguesa. Da Grécia à Itália, do Brasil à Turquia, do Egito ao Irã, a consciência das massas está experimentando uma profunda transformação.

A chanceler alemã, Ângela Merkel, e sua Aliança Democrática Cristã (CDU/CSU) celebraram uma vitória esmagadora nas eleições federais alemãs que ocorreram no último domingo. Na base de uma subida de 7,8 pontos percentuais, a CDU/CSU obteve mais de 18 milhões de votos e uma votação de 41,5% - seu melhor resultado em eleições nacionais em 20 anos. Contudo, devido ao sistema alemão de representação proporcional, esta importante subida não foi suficiente para assegurar a maioria absoluta das cadeiras parlamentares da CDU/CSU no novo Bundestag, o parlamento federal com sede no antigo prédio do Reichstag, em Berlin.

A Revolução Egípcia capturou a atenção das massas em todo o mundo. Na Indonésia, os ativistas estão discutindo vividamente o papel da Irmandade Muçulmana na revolução, a intervenção dos militares, a natureza da revolução e suas perspectivas futuras. Abaixo, em resposta a Muhammad Ridha, ativista do Partido do Povo Trabalhador (Partai Rakyat Pekerja, PRP) na Indonésia Ted Sprague descreve o processo dialético da Revolução Egípcia.

A análise marxista da história – isto é, a análise dialética e materialista da história – explica que a principal força motriz da história é a necessidade da sociedade desenvolver as forças produtivas: aumentar nosso conhecimento e domínio sobre a natureza; reduzir o tempo de trabalho socialmente necessário para produzir e reproduzir as condições de vida; melhorar o estilo e os padrões de vida.

O Congresso dos Sindicatos Sul-Africanos (COSATU, em suas siglas em inglês) convocará um congresso nacional extraordinário para lidar com as divisões que devastaram a maior federação sindical da África do Sul no último período. O anúncio foi feito em 19 de agosto depois de três dias de reunião do Comitê Central Executivo (CEC), realizada em Johannesburgo. Isto ocorreu depois que nove sindicatos filiados escreveram ao CEC, solicitando a realização desse Congresso. Isto representa um passo na direção correta dado pela federação. A constituição de COSATU declara que, para que um Congresso extraordinário seja convocado, pelo menos um terço dos filiados (sete) deve fazer tal requerimento. O

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Na edição deste ano da Escola Mundial da CMI, realizada na Grécia, Stella Christou, apoiadora de Socialist Appeal e membro de SYRIZA, em Londres, falou com Stamatis Karagiannopoulos, membro da Tendência Comunista de SYRIZA, sobre a situação econômica, social e política que os trabalhadores e jovens gregos hoje enfrentam. Stamatis – que recentemente foi eleito para o Comitê Central de SYRIZA – discutiu a profunda crise do capitalismo grego, bem como a natureza dos vários partidos políticos dentro da Grécia, como SYRIZA, o KKE [Partido Comunista Grego] e o Amanhecer Dourado.

Na terça-feira, 17 de setembro, o militante antifascista, cantor de rap e ativista do sindicato dos metalúrgicos, Pavlos Fyssas, de 34 anos de idade, foi assassinado a punhaladas por um membro da organização fascista Amanhecer Dourado. O fato ocorreu em um bairro operário próximo ao Pireo. Esta é mais uma, e das mais graves, de uma série de agressões violentas lançadas nos últimos dias por parte de membros do Amanhecer Dourado contra opositores políticos, incluindo ativistas comunistas. Publicamos baixo a tradução de um panfleto político publicado pela Tendência Comunista imediatamente após o assassinato.

A revolta espontânea das massas sírias, inspirada nos eventos na Tunísia e no Egito, degenerou em um banho de sangue sectário. Privado de uma liderança revolucionária, o início promissor se transformou em tragédia. Por outro lado, os hipócritas e belicosos zig-zags do imperialismo EUA são uma farsa completa e absoluta, e ilustram graficamente os limites do poder dos EUA.

Slavoj Zizek construiu uma reputação como um respeitado “marxista” acadêmico e é visto como uma espécie de “estrela do rock” da esquerda. No entanto, sua recente tentativa de traduzir suas teorias em políticas concretas para um possível futuro governo de SYRIZA na Grécia revela que não há nada de revolucionário em seu pensamento. Ele, de fato, está proporcionando credibilidade acadêmica a uma corrente moderna de reformistas e tornou-se um apologista do deslocamento à direita de parte da liderança de SYRIZA.

Encerramos aqui, com a publicação deste terceira parte do artigo de Alan Woods, escrito em 1979, a análise da trágica experiência das lutas dos trabalhadores chilenos, que se ergueram em massa em defesa de uma revolução, que pela traição efetuada por meio dos dirigentes que abraçaram a política da colaboração de classes, foram derrotados em 1973, por um violento e sanguinário golpe ditatorial. Hoje, quando as massas chilenas estão diante da possibilidade da volta do odiado governo Bachelet, depois das recentes e grandiosas manifestações da juventude e dos trabalhadores, uma vez mais, se coloca a necessidade de erguer a construção de um verdadeiro partido revolucionário, capaz de levar

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Apresentamos a seguir a segunda parte do artigo de Alan Woods sobre os ensinamentos da revolução e do golpe de 1973 no Chile.  Alan diz: "A única forma de desarmar a reação e esmagar a resistência dos grandes proprietários de terra teria sido a de armar os camponeses pobres, organizando-os em comitês de ação para ocupar as terras, com o apoio do governo. Diante de um movimento poderoso das massas armadas, os proprietários de terra e seus pistoleiros poderiam ter sido derrotados, com um mínimo derramamento de sangue". Era necessário romper com a burguesia e não ter ilusões na legalidade da democracia e nas instituições burguesas.

Publicaremos nesta semana, em 3 partes, o texto de Alan Wodds redigido em 1979 abordando o desenvolvimento da história da luta de classes no Chile. Ao completar 40 anos do Golpe Militar no Chile, a leitura deste texto nos propicia ensinamentos acerca de questões primordiais para a luta revolucionária, principalmente os erros que levaram ao estabelecimento da Frente Popular que abriu as portas ao golpe.

Enquanto no EUA o Comitê de Relações Exteriores do Senado acaba de aprovar nesta semana que Obama pode usar forças militares na Síria, na semana passada o primeiro Ministro Cameron sofreu uma derrota: o parlamento britânico votou contra a participação da Inglaterra na guerra contra a Síria. Leiam neste artigo análise sobre a derrota de Cameron

Quando a presente crise começou, havia alguns que a descreveram como uma crise apenas Ocidental; uma crise que atingia unicamente a Europa – devido aos problemas causados por sua moeda comum – e a América – devido ao escândalo das hipotecas sub-prime e à consequente crise do crédito.

Os tambores da guerra em Washington estão batendo bem alto o som de sua música macabra, anunciando um ataque iminente dos EUA contra a Síria. No Reino Unido, o fiel escudeiro, Cameron, está de bom grado fazendo coro à chamada. A intervenção imperialista direta marca uma mudança fundamental na situação na Síria depois que a tempestade de uma guerra civil sectária apagou o potencial revolucionário dos protestos contra o regime, desencadeados em janeiro de 2011 pelos acontecimentos da Primavera Árabe.

As forças de segurança egípcias esmagaram sangrentamente e desmantelaram os acampamentos de protesto dos partidários da Irmandade Muçulmana (IM), montados na Praça Al-Nahda e em Raba’a al-Adawiyya, no Cairo, que eram os pontos de reagrupamento e mobilização de suas forças depois da derrubada de Morsi. Isto assinala outra mudança dramática na situação enfrentada pela revolução egípcia. 

A luta pela redução da tarifas do transporte público, iniciada em São Paulo, provocou uma virada na situação política do país. A Esquerda Marxista participou ativamente desta luta desde o início, aliás, foi um dos iniciadores, como se pode ver pelo artigo publicado em maio. Dizia o artigo de Caio Dezórzi:

Publicamos abaixo um artigo escrito no dia 30 de junho analisando os acontecimentos que antecederam a derrubada de Morsi. Sua leitura é importante para se compreender o que veio a ocorrer depois e os dias atuais da revolução egípcia. Em seguida publicaremos outro texto abordando diretamente a queda de Morsi e analisando todo o processo revolucionário que se desenvolve no Egito.

Nenhuma confiança nos generais e políticos burgueses! Todo poder ao povo! Após quatro dias de mobilizações revolucionárias de massas do povo egípcio e depois do começo de uma greve geral nacional, finalmente o presidente Morsi foi removido do poder. O que assistimos foi mais um exemplo do poder das massas de trabalhadores e jovens, camponeses e dos pobres quando começam a se mover.

Nos dias 29 e 30 de junho a Folha de São Paulo publicou pesquisa mostrando uma queda recorde de Dilma, tanto na aprovação do governo quanto na “intenção de voto”. Caiu de 57% para 30%. As luzes de alarme se acendem em todo o PT e curiosamente, liderado por Aécio Neves, o PSDB corre a declarar que “todos os políticos estão em cheque”. 

A Bolívia denunciou o "sequestro" de seu presidente Evo Morales, impedido de decolagem de Viena, Áustria, onde fez um pouso de emergência ontem à tarde, depois da França e Portugal, em primeiro lugar e, em seguida, Itália e Espanha, se recusarem a autorizar o uso de seu espaço aéreo e aeroportos.  O vice-presidente Álvaro Garcia Linera denunciou, em La Paz, a violação da Convenção de Viena e pediu expressões de repúdio internacional.

O que começou com uma pequena manifestação contra um aumento de vinte centavos no preço da tarifa de transporte público em São Paulo tornou-se movimento de massas em escala nacional que mobilizou mais de um milhão de pessoas em 80 cidades, depois de ter obrigado ao prefeito da cidade, Haddad, e ao governador do estado de São Paulo, Alckmin, a recuar em 19 de junho.

As manifestações populares contra o reajuste das tarifas de transporte público foram enfrentadas inicialmente pelos governantes com repressão pura e dura. A repressão desatada nas manifestações quinta-feira, 13/06/2013, teve seu ponto culminante em São Paulo onde a polícia realizou uma verdadeira operação de guerra contra a população.  Mas, ao invés de desbaratar a manifestação, a repressão encontrou resistência e se chocou com uma impressionante solidariedade de toda a população. No dia seguinte a burguesia e os governantes foram obrigados a inflexionar e tratar de outra forma a situação.