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A situação social e política na França está mudando a uma velocidade vertiginosa. Em menos de um mês, o desenvolvimento do movimento dos coletes amarelos colocou o país no limiar de uma crise revolucionária. Nos próximos dias, esse limite pode ser ultrapassado. O que definirá?

O discurso de Emmanuel Macron em 27 de novembro pela manhã foi uma longa e interminável provocação. Enquanto os coletes amarelos exigem, no mínimo, medidas imediatas contra o elevado custo de vida, o presidente falou, principalmente, sobre a situação do mundo até 2050. Ele não nos poupou sequer de considerações sobre “método” e “pedagogia”. Mas nem uma única medida concreta foi anunciada. A variação dos impostos de acordo com o preço do petróleo não é uma medida concreta: é uma vaga suposição, não quantificada e sem prazo de validade.

Desde 1 de dezembro, o último dia dos protestos de massas na França, a mídia francesa transmite incansavelmente as cenas de conflito entre os manifestantes “Coletes Amarelos” e a polícia antimotim, que abalaram Paris. Jornalistas e políticos estão realizando uma corrida de revezamento para “condenar toda violência” – com a notável exceção da violência cometida pela polícia antimotim, que resultou até agora pelo menos na morte de um manifestante e feriu muitos manifestantes pacíficos.

Os protestos dos Coletes Amarelos (Gilets Jaunes) na França estão em um momento decisivo. Ante a ascensão do radicalismo, que agora ameaça a própria sobrevivência de seu governo, Macron mudou seu tom desafiante e prometeu ‘suspender’ o aumento do imposto sobre os combustíveis que provocou o movimento. Essa retirada veio depois das batalhas de rua durante a semana entre milhares de manifestantes e a polícia que deixaram mais de 200 feridos somente em Paris e que resultaram em pelo menos uma morte.

A mobilização do movimento de protesto dos Coletes Amarelos (gilets jaunes) assinala um passo importante no desenvolvimento da luta de classes na França. Sem nenhum partido ou sindicato e nenhuma organização prévia, centenas de milhares de pessoas participaram desse movimento contra o aumento dos impostos sobre o diesel e a gasolina, varrendo para o lado as falsas concessões e ameaças do governo. Eles são apoiados por uma grande maioria da população.

A mobilização do movimento de protesto dos Coletes Amarelos (gilets jaunes) assinala um passo importante no desenvolvimento da luta de classes na França. Sem nenhum partido ou sindicato e nenhuma organização prévia, centenas de milhares de pessoas participaram desse movimento contra o aumento dos impostos sobre o diesel e a gasolina, varrendo para o lado as falsas concessões e ameaças do governo. Eles são apoiados por uma grande maioria da população.

A Casa Branca publicou um documento intitulado “Os Custos de Oportunidade do Socialismo” que reconhece a crescente popularidade do socialismo nos Estados Unidos (particularmente entre os jovens) e tenta proporcionar uma refutação científica em favor do capitalismo. Alan Woods, editor do portal “In Defence of Marxism”, responde às calúnias desse documento e demonstra porque as ideias socialistas estão ganhando terreno nos EUA.

A Casa Branca publicou um documento intitulado “Os Custos de Oportunidade do Socialismo” que reconhece a crescente popularidade do socialismo nos Estados Unidos (particularmente entre os jovens) e tenta proporcionar uma refutação científica em favor do capitalismo. Alan Woods, editor do portal “In Defence of Marxism”, responde às calúnias desse documento e demonstra porque as ideias socialistas estão ganhando terreno nos EUA.

Bolsonaro ganhou o segundo turno da eleição presidencial brasileira com 55% da votação, derrotando Haddad – o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) – que recebeu 45%. Todas as esperanças de uma recuperação de última hora se desfizeram. Esse resultado é um revés para a classe trabalhadora e para os pobres. Precisamos entender o que significa, o que levou a essa situação e qual estratégia o movimento dos trabalhadores deve seguir diante desse governo reacionário.

Há 26 anos, após a queda da União Soviética, os defensores do capitalismo estavam eufóricos. Falavam da morte do socialismo e do comunismo. O liberalismo triunfou e, assim, a história havia alcançado sua expressão final na forma do capitalismo. Foi nesse momento que Yoshihiro Francis Fukuyama pronunciou sua famosa (ou notória) previsão de que a história havia terminado. O que ele quis dizer com isso foi o seguinte: agora que o socialismo (na forma da União Soviética) fracassou, o único sistema socioeconômico possível era o capitalismo, ou como ele e outros preferiam descrevê-lo: “a economia de livre mercado”.

Bolsonaro venceu a segunda volta das eleições presidenciais do Brasil com 55 porcento dos votos, derrotando Haddad – o candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) – que obteve 45 porcento. Quaisquer esperanças de uma alteração em cima da hora viram-se goradas. Este resultado é um retrocesso para a classe trabalhadora e para os pobres. Precisamos de compreender o que significa, o que levou a esta situação e que estratégia deve seguir o movimento dos trabalhadores, perante este governo reaccionário.

A vitória de Bolsonaro é a demonstração do colapso político do regime da Nova República e do pacto social efetivado com a Constituição de 1988. É também a demonstração do colapso da “Democracia” para enormes setores das massas, aliás, a maioria (eleitores de Bolsonaro, brancos, nulos e abstenção) deixou claro que pouco lhe importa “esta democracia”, e ignorou os apelos de Haddad/PT, e outros, para “defender a democracia”, que só fez até agora piorar suas vidas e ampliar seu sofrimento e a angustia permanentemente.

Terminado o 1º turno das eleições presidenciais Haddad e o PT desvestem a camisa vermelha usada para reanimar petistas melancólicos e põem respeitáveis ternos com camisas brancas, trocam os símbolos da campanha para as cores da bandeira do Brasil, verde, amarelo e azul, retiram Lula das fotografias e escondem o vermelho do PT.

Bolsonaro venceu o primeiro turno e tem a possibilidade de ser o próximo presidente da república. Ele recebeu apoio de cerca de 33% dos 147 milhões de eleitores. Haddad recebeu apoio de cerca de 21% dos eleitores. Do total de eleitores, 27,32% (mais de 40 milhões) decidiu não votar em nenhum candidato. Essa é a expressão do sentimento que perpassa as ruas. A contagem dos ditos “votos válidos” pela Justiça Eleitoral produz a falsa impressão de que o ganhador tem a maioria da população ao seu lado.

A postura dos marxistas não é a de combater Bolsonaro usando a moral burguesa. A nossa moral reflete os interesses do conjunto da classe trabalhadora e nosso combate expressa a forma mais resoluta desse combate. É desse ponto que devemos partir.

As grandes manifestações de 29/9 foram mais uma demonstração da disposição de luta na base. Convocadas inicialmente pelo grupo de Facebook “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro”, os chamados se multiplicaram pela internet.

O chanceler do Partido Trabalhista John McDonnell se posicionou confiantemente em seu discurso à conferência do Partido Trabalhista de 2018. Enquanto os chanceleres-sombra normalmente abordam a conferência para atenuar as expectativas, John declarou que faria o oposto, porque “quanto maior a desordem que herdamos, mais radical temos que ser”.

Um ano depois do 1º de outubro é hora de se fazer um balanço. Depois daqueles combates históricos, dos esforços heroicos do povo catalão na luta por seus direitos e liberdades, onde nos encontramos atualmente?

A economia turca entrou em estado de instabilidade orgânica. Um agudo conflito político com os EUA, que impôs tarifas punitivas sobre as importações de aço e alumínio turcos, causou uma queda no valor da lira turca. Em seu ponto mais baixo, a moeda valeu 40% menos que em janeiro. A subsequente “estabilização” da moeda apenas significou que, na semana passada, os dólares podiam ser trocados por 30% a mais de liras do que antes do início da crise.

Às 17h41, uma poderosa explosão foi ouvida perto da tribuna onde o presidente venezuelano Nicolás Maduro se dirigia a um desfile na Avenida Bolívar em Caracas para assinalar o 81o aniversário da Guarda Nacional Bolivariana. Maduro resultou ileso, mas sete membros da Guarda Nacional foram feridos.

Em 1º de agosto temos o primeiro aniversário do desaparecimento forçado e morte de Santiago Maldonado, pelas mãos da Gendarmería [1], enquanto se manifestava em apoio às justas reivindicações do povo mapuche [2]. A Gendarmería o reprimiu selvagemente, com balas de borracha e de chumbo. Seu cadáver foi encontrado recentemente em 17 de outubro de 2017, no rio Chubut, em um local vasculhado anteriormente.

No dia 24 de julho iniciou o Congresso Mundial da Corrente Marxista Internacional (CMI) com a presença de aproximadamente 370 militantes de mais de 20 países. A discussão foi aberta com o informe do camarada Alan Woods sobre a conjuntura internacional e as tarefas da CMI, destacando a continuidade da crise orgânica do capitalismo que se desenvolve desde 2008. Em termos gerais, há uma incapacidade da burguesia de resolver esta crise e mesmo de retomar um crescimento econômico consistente.

“Nossas relações nunca foram piores do que são agora. No entanto, isso mudou a cerca de quatro horas atrás. Realmente, acredito nisso”. A opinião do Presidente Donald J. Trump, exposta desde as alturas de Helsinki, seguiu-se logo após sua primeira reunião de cúpula com o Presidente Vladimir V. Putin. Em todo caso, foi ainda mais bizarro do que sua visita à cúpula da OTAN e ao Reino Unido há poucos dias. E produziu impactos ainda maiores.

Protestos massivos irromperam na última sexta-feira (6 de julho) por todo o Haiti em oposição ao plano do governo de cortar os subsídios aos combustíveis. O presidente Jovenel Moïse, de início, parecia disposto a ir em frente apesar dos protestos, mas com as manifestações aumentando em tamanho e alcance, o governo recuou no sábado e anunciou a suspensão temporária do aumento dos preços.

Publicamos aqui um texto bastante citado, “A revolução sexual na Rússia”, do Dr. Grigory Batkis, que foi publicado na Alemanha em 1925 como contribuição aos trabalhos da Liga Mundial pela Reforma Sexual. Uma cópia do original em alemão foi encontrada e traduzida para o inglês por nossos camaradas alemães e austríacos da Corrente Marxista Internacional.

Este artigo foi publicado em espanhol em 10 de maio, antes da eleição de Andrés Manuel López Obrador (AMLO) como Presidente do México. No entanto, pensamos que ainda é relevante mesmo depois das eleições mexicanas, uma vez que revela a preparação do conflito entre AMLO e a classe dominante mexicana.

Os analistas burgueses estão assustados. A última pesquisa do IBOPE (realizada de 21 a 24 de junho) mostrou que o número de brasileiros que pretende votar em branco ou nulo é de 31%. Além disso, 28% recusaram-se a responder ou não sabem. O resultado é que 59% não tem candidato a presidente para as próximas eleições.

A dívida pública da Itália é de assombrosos 2,3 trilhões de euros ou 132% do Produto Interno Bruto (PIB): a terceira maior do mundo depois do Japão e da Grécia. Além disso, os bancos da Itália detêm a maior parcela dos empréstimos vencidos da Europa, totalizando 224 bilhões de euros. Ao contrário da Grécia, que é um jogador relativamente pequeno na Europa, a Itália tem a terceira maior economia da zona do euro, contribuindo com mais de 15% de seu PIB total. A Itália se tornou um enorme risco para a estabilidade financeira de toda a União Europeia.

Ontem, 1 de julho, deu-se uma participação massiva nas eleições onde estavam em jogo 18.299 cargos eletivos, mas que, sem a menor dúvida, o mais importante e fundamental era a eleição presidencial. Com um colégio eleitoral de mais de 89 milhões de eleitores, a participação, dados os primeiros números de participação em nível geral, vai ser uma das mais elevadas na história. Essa votação representa um verdadeiro terremoto político e social. A oligarquia e o imperialismo, que sempre estiveram acostumados a mandar e a ser obedecidos, têm pela frente um governo que os enfrentou, que disse que vai separar o poder econômico do político e que sua prioridade vão ser os pobres.

Na semana passada, perto de 2.000 pessoas chegaram à Espanha por via marítima, a maioria delas viajando em botes totalmente inadequados para a jornada, arriscando suas vidas. O navio Aquarius chamou a atenção da mídia depois que o recém-instalado presidente, Pedro Sánchez, decidiu permitir que seus passageiros desembarcassem depois que a Itália se recusou a deixá-los encostar. O navio estava carregando 629 pessoas, 123 delas com menos de 18 anos de idade, que viajavam por conta própria.

O segundo turno da eleição presidencial na Colômbia, realizado em 17 de junho, deu a vitória ao candidato reacionário de direita Ivan Duque (apoiado por trás do cenário pelo ex-presidente Alvaro Uribe), que recebeu 54% da votação (10 milhões de votos). No entanto, esta foi a primeira vez na história que um candidato atacado pela classe dominante como “comunista” perigoso, Gustavo Petro, foi ao segundo turno, recebendo respeitáveis 42% (8 milhões de votos).

Há poucos meses atrás, Kim Jong-un e Donald Trump trocavam insultos e ameaças. Alguns analistas da imprensa burguesa chegaram a dizer que uma terceira guerra mundial estava à vista, com dois líderes fora de controle e com armas nucleares prontas a serem lançadas ao aperto de um botão. Explicamos desde o início que tais ameaças, de ambas as partes, eram na realidade bravatas.

Na sexta-feira. 25 de maio, a Irlanda foi às urnas para decidir sobre a revogação da 8 a emenda da Constituição, que negava às mulheres o direito ao aborto enquanto o feto não-nascido apresentasse batimentos cardíacos. Sob essas leis, que faziam parte do legado da dominação da Igreja Católica da Irlanda, o aborto era ilegal, inclusive sob as circunstâncias terríveis de estupro, incesto ou anormalidades fetais. A revogação da 8 a emenda é uma bofetada marcante na face da Igreja Católica e do establishmentna República.

O líder do Partido Socialista Espanhol (PSOE), Pedro Sanchez, tornou-se primeiro-ministro depois de derrotar o manchado pela corrupção Mariano Rajoy em um voto parlamentar de desconfiança. Sanchez prometeu algumas mudanças cosméticas, mas manterá o orçamento aprovado pelo Partido Popular (PP) de Rajoy e prometeu “garantir a responsabilidade econômica e fiscal”, bem como cumprir os “deveres europeus”.

Dezenas de manifestantes pacíficos foram massacrados pelas autoridades estatais em Tamil Nadu, Índia, depois de se organizarem para exigir o fechamento de uma fábrica que está causando estragos ao meio ambiente e problemas de saúde aos habitantes locais. Louis Thomas informa de Tamil Nadu.

Membro proeminente do establishment capitalista diz: Marx estava certo! Uma década após o início da crise, a classe dominante está cada vez mais preocupada.

A marcha programada pelo movimento de protesto Thai “Queremos Eleições”, na Tailância, foi submetida à brutal repressão policial. Esse movimento coincide com o 4o aniversário do golpe militar de 2014 e pede uma eleição geral em novembro de 2018.

Nicolas Maduro foi reeleito para mais um mandato nas eleições Presidenciais venezuelanas do passado Domingo, 20 de Maio. A maior parte da oposição reaccionária, com o pleno apoio de Washington e Bruxelas, apelara ao boicote, o que originou uma participação muito baixa nas zonas de classe média e alta nas principais cidades. A exigência de que se cancelassem as eleições obteve eco por parte dos governos de direita da região. Tal significa que muitas pessoas das áreas pobres e da classe trabalhadora fossem votar com o intuito de repudiar a descarada intromissão imperialista. Contudo, mesmo nestas zonas a participação foi visivelmente inferior à das anteriores eleições. A profunda crise

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À medida que se aproxima a eleição presidencial venezuelana de 20 de maio, a campanha de agressão imperialista pelos EUA e seus aliados se intensifica. O objetivo é claro: implementar uma mudança de regime. Ao mesmo tempo, a crise econômica que atravessa o país alcançou níveis intoleráveis para os trabalhadores e os pobres, e as políticas do governo são impotentes para resolver a situação. É necessária uma alternativa revolucionária, uma alternativa que seja capaz de combater a direita e mostrar uma saída real da hiperinflação, da escassez e da depressão econômica.

Donald Trump anunciou ontem sua decisão de retirar os EUA do acordo nuclear com o Irã. Em um discurso repleto de mentiras, distorções e pura hipocrisia, ele anunciou que sua administração vai impor o “mais alto nível de sanções econômicas” ao Irã.

A máquina midiática do establishment está a toda marcha desde as eleições municipais da última quinta-feira, na Inglaterra, tentando retratar os resultados como mais um desastre para o Partido Trabalhista e seu líder, Jeremy Corbyn. Mas, depois de três anos vomitando bile, ninguém mais presta atenção a tais distorções e histeria.

Os filósofos apenas interpretaram o mundo de diferentes maneiras; o que importa é transformá-lo. (Karl Marx, Teses sobre Feuerbach)

Atualização: no momento em que os camaradas publicaram este artigo, houve a notícia de que o governo da Nicarágua, em reunião com a iniciativa privada, decidiu revogar a reforma. É importante que agora o movimento dos trabalhadores e estudantil se arregimente com um programa para assegurar que a crise do sistema de aposentadorias seja pago pelos capitalistas.

A Esquerda Marxista realizou seu 6º Congresso Nacional em Barra do Sul (SC) de 29 de abril a 1º de maio, sendo precedido por dois dias de escola nacional de formação. O congresso teve como objetivo preparar a atuação da organização diante da conjuntura nacional e internacional do capitalismo, além de sustentar essa prática com a teoria e a análise proporcionadas pelo marxismo.

Centenas de milhares de pessoas tomaram as ruas de Barcelona mais uma vez no domingo 15 de abril para rejeitar a repressão do Estado espanhol. Uma demanda fundamental foi a liberdade para os presos políticos catalães – os manifestantes marcharam sob o slogan “Us volem a casa” (“Nós os queremos em casa”). Isso aconteceu no final de uma semana em que o Estado tentou (e fracassou) acusar membros dos Comitês para a Defesa da República (CDRs) de terrorismo. A massiva manifestação revelou a capacidade de resiliência do movimento, apesar de uma liderança que não está conseguindo mostrar o caminho a seguir.

Foi confirmado que os últimos de nossos camaradas paquistaneses sequestrados foram libertados em segurança e agradecidos a todos os camaradas e apoiadores que participaram de nossa campanha de solidariedade, que foi fundamental para garantir a integridade dos sequestrados. Publicamos a seguinte mensagem de Progressive Youth Alliance (PYA), celebrando o retorno seguro de nossos camaradas e a vitória de nossa campanha internacional.

Foi confirmado que os últimos de nossos camaradas paquistaneses sequestrados foram libertados em segurança e agradecidos a todos os camaradas e apoiadores que participaram de nossa campanha de solidariedade, que foi fundamental para garantir a integridade dos sequestrados. Publicamos a seguinte mensagem de Progressive Youth Alliance (PYA), celebrando o retorno seguro de nossos camaradas e a vitória de nossa campanha internacional.

Acabamos de receber a informação de que 4 dos 7 ativistas marxistas sequestrados no último domingo por esquadrões da morte no Paquistão foram libertados! É evidente que a campanha internacional pressionando as embaixadas paquistanesas em dezenas de países teve um grande impacto. As autoridades do regime autoritário do Paquistão se deram conta de que não poderiam desaparecer com mais estes 7 sem que houvesse uma repercussão internacional muito forte. Esta é uma primeira vitória que deve ser comemorada e queremos agradecer a cada um que fez a sua parte. Isso salvou vidas! Mas não devemos parar. Pelo contrário! Devemos intensificar a pressão sobre a embaixada paquistanesa no Brasil para

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