Toda a história humana consiste precisamente na luta da humanidade para se elevar acima do nível animal. Essa longa luta começou há sete milhões de anos, quando nossos remotos ancestrais humanoides primeiro ficaram de pé e foram assim capazes de libertar suas mãos para o trabalho manual. Desde então, sucessivas etapas de desenvolvimento social surgiram com base nas mudanças no desenvolvimento da força produtiva do trabalho – isto é, de nosso poder sobre a natureza.

Menos de 15 minutos após ser aberto, o mercado acionário chinês foi fechado por desligamento automático. Este desligamento foi disparado duas vezes na última semana devido às rápidas quedas de mais de 7%. Este mecanismo “interruptor” foi imposto pelo governo há apenas cinco meses depois de perdas igualmente dramáticas. O governo agora suspendeu esta medida, não por uma confiança recém-descoberta, mas por um sobressalto adicional de pânico.

Iniciamos hoje a publicação de um novo trabalho de Alan Woods que nos oferece uma explicação compreensiva do método marxista de análise da história. O primeiro artigo estabelece as bases científicas do materialismo histórico. A causa final de toda mudança social deve ser buscada, não no cérebro humano, mas nas mudanças no modo de produção.

“Adeus Ano Velho. Feliz Ano Novo”. Essa sempre foi a mensagem encorajadora de Ano Novo. Mas em todas as comemorações e explosões de garrafas de champanhe não havia sinal de qualquer otimismo ou de esperança no futuro do lado da classe dominante e seus estrategistas. Pelo contrário, as colunas da imprensa burguesa estão cheias de pessimismo e apreensão.

No dia 16 de dezembro de 2015 ocorreu o Congresso Econômico do PSUV que foi convocado pelo presidente Maduro como resultado da Assembleia Extraordinária de delegados e delegadas ao congresso do PSUV ocorrido no dia 10 de dezembro. Esse Congresso Econômico teve por objetivo definir e precisar as retificações e tarefas necessárias para poder derrotar a guerra econômica, que de concreto significa erradicar os níveis atuais de inflação e escassez existentes, que jogaram um papel de primeira ordem na vitória da contrarrevolução ocorrida em 6 de dezembro passado.

Os venezuelanos irão às urnas em 6 de dezembro para eleger deputados à Assembleia Nacional. Uma combinação de fatores tornou este o mais difícil desafio que a Revolução Bolivariana enfrentou nos 17 anos desde que o Presidente Chávez foi eleito pela primeira vez em 1998. Aos costumeiros desafios de uma oposição profundamente antidemocrática e às provocações imperialistas, temos de acrescentar uma combinação de fatores econômicos nacionais e internacionais que trabalham para sufocar a Venezuela e que leva a uma só conclusão: ou a revolução é completada ou será derrotada.

Na última sexta-feira, Paris foi cenário de um massacre em massa em que pelo menos cento e vinte e nove pessoas, a maioria formada por jovens que se divertiam em cafés e shows de rock, foram abatidas a sangue frio. Os assassinos, gritando Allah Akbar (‘Deus é grande’), descarregaram suas armas e voltaram a carregá-las calmamente antes de matar mais pessoas que jaziam indefesas no solo.