A zona do euro está entrando em águas tempestuosas. A crise que se abriu com o quase colapso do sistema bancário mundial em 2008 agora se aprofundou em uma crise de insolvência de nações inteiras. A burguesia não sabe como sair da crise, que está varrendo como um tsunami de um país a outro na Europa. Nas palavras do ministro das finanças da Itália, “Não deve haver ilusões sobre quem será salvo. Como no Titanic, os passageiros da primeira classe também não serão capazes de se salvar”.

A economia e a política, como ciencia, permitem previsões aproximadas, desde que se use o método correto. Este artigo faz uma análise das previsões feitas pelos marxistas e pelos analistas burgueses durante a revolução árabe.

A Grécia vive hoje mais um dia de greve geral. Neste artido do dia 22 de junho, Alan Wods analisa a situação grega e a luta dos trabalhadores gregos contra o brutal arrocho proposto pela União Européia.

Recentes pesquisas de opinião revelam que a maioria do povo húngaro considera a vida tão miserável que gostaria de viver em qualquer outro país. Muitos consideram que a vida era muito melhor antes de 1989, quando o povo desfrutava de pleno emprego e de um avançado sistema de bem-estar social. O capitalismo destruiu tudo isto. Contudo, como nosso correspondente aponta, o que existia antes não era um socialismo genuíno, mas um regime estalinista a que o povo se opunha. O que se exige são a posse estatal dos bens e o planejamento, mas sob o controle democrático dos próprios trabalhadores.

Neste artigo, o camarada Daniel Morley faz uma análise marxista do documentário produzido e exibido pela BBC sobre a Teoria do Caos e relaciona suas conclusões com a atual do crise do capitalismo.

A exemplo do que ocorreu nos países árabes e mais recentemente na Espanha, o povo grego também decidiu ocupar as praças públicas em protesto. Alan Woods analisa esse movimento a partir de um ponto de vista marxista.

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