Na brilhante e ensolarada tarde de 22 de maio, milhares de pessoas, principalmente jovens adolescentes, reuniram-se em um concerto de música pop na Manchester Arena. Mas o que se pretendia ser um momento feliz se transformou em um banho de sangue quando um suicida solitário detonou um dispositivo explosivo improvisado cheio de estilhaços no vestíbulo lotado onde os pais esperavam por seus filhos.

“As ideias do marxismo nunca foram mais relevantes. Enquanto enfrentamos a maior crise do capitalismo desde a Grande Depressão, as ideias de Marx, que desvelam as contradições insolúveis do capitalismo, oferecem o único caminho a seguir”.

Desde outubro do ano passado, Al Hoceima e suas regiões vizinhas têm visto um grande movimento de protesto. A razão direta por traz disso foi o esmagamento de um jovem vendedor de peixes (Mohsen Fikri) em um container de lixo por funcionários locais depois de protestar a confiscação de seus bens. Atrás do movimento, no entanto, há razões mais profundas, como a ditadura, exploração, marginalização e desemprego: isto é, o capitalismo e o seu estado.

As últimas reuniões tempestuosas no encontro do G7 e na conferência da Otan deixaram às claras a tensão crescente nas relações internacionais. Isso podia ser visto mais explicitamente entre o líder do “mundo livre”, Donald Trump, e a líder de facto da União Europeia, a chanceler alemã Angela Merkel. “A primeira visita de Trump à Europa foi estranha e suas consequências, explosivas”, comentou o Financial Times, grande porta-voz do capital financeiro.

A convocação da Assembleia Constituinte e das eleições Regionais foi respondida com uma escalada da política de “mudança do regime” por parte da oposição. Este é um momento crítico para a Revolução Bolivariana na Venezuela.

Em 23 de maio, o Presidente Maduro anunciou as regras para a convocação da Assembleia Constituinte e, ao mesmo tempo, pediu ao CNE (Conselho Nacional Eleitoral) para convocar as eleições regionais que estavam suspensas desde 2016.

Poucas horas depois do lançamento do manifesto Tory, a vantagem Conservadora sobre o Partido Trabalhista nas pesquisas foi reduzida à metade. Os Tories estão em crise devido ao escândalo de seu “imposto da demência”, que é um ataque direto aos idosos e enfermos, os setores mais vulneráveis da sociedade.

A eleição de Donald Trump nos EUA e a ascensão de Marine Le Pen nas eleições presidenciais francesas foram recebidas naturalmente com alarme por milhões de pessoas no mundo. Alguns até advertiram sobre uma nova ascensão do fascismo. Como marxistas, sentimos que é importante não substituir a análise séria por alarmismos e exageros. Neste artigo, Rob Sewell – editor de Socialist Appeal – pergunta: o que é o fascismo? É ele uma ameaça iminente hoje?

Na terça-feira, uma fonte anônima vazou o manifesto preliminar do Partido Trabalhista para as próximas eleições gerais – sem dúvida o manifesto mais audaz e mais à esquerda que o Trabalhismo já levantou em décadas. As propostas cobrem desde a renacionalização do Royal Mail [Serviço postal nacional do Reino Unido – NDT] à restauração dos direitos sindicais e à construção de 100 mil casas municipais ao ano.

A organização de jovens Liberdade e Luta publicou em sua página um artigo de Alan Woods, dirigente da Corrente Marxista Internacional, intitulado “Marxismo e anarquismo”. O grupo anarquista Bandeira Negra escreveu um texto contrário ao artigo do camarada Alan, que, por sua vez, redigiu uma resposta às críticas recebidas, em defesa do ponto de vista marxista sobre a questão. Segue a primeira de quatro partes desta resposta