As últimas três semanas viram a rápida progressão do candidato de França Insubmissa nas pesquisas para a eleição presidencial: partindo do quinto lugar, com cerca de 11% das intenções de voto, chega agora ao terceiro lugar, com mais de 18%. Esta rápida ascensão veio acompanhada da diminuição lenta, mas constante, das intenções de voto para os dois candidatos no topo, o da extrema-direita Le Pen (que caiu de 28% a 24%), e o do thatcherista liberal Macron (que caiu de 26% a 23%).

Dia 6 de abril, a marinha americana lançou uma série de ataques com mísseis contra a base aérea de Al Shayrat, localizada no centro da região síria de Homs. Sete pessoas teriam morrido e vários jatos militares teriam sido danificados no ataque.

Sem qualquer consulta e sem sequer se preocupar em conseguir o apoio de qualquer instituição internacional (fazendo exatamente o oposto do que havia falado anteriormente sobre não intervir na Síria), Trump lançou um ataque unilateral contra as forças do governo sírio.

“Golpe de Estado na Venezuela! Maduro concentra todo o poder!” Somente a alguns dias do aniversário de 15 anos do golpe de Estado contra o presidente democraticamente eleito Hugo Chávez (de 11 a 13 de abril de 2002), os mesmos que o levaram a cabo (a oligarquia venezuelana, seus amos em Washington e seus cãs ladradores em Buenos Aires, Brasília, Santiago do Chile e Lima, acompanhados pela matilha midiática em Madrid e nos Estados Unidos) agora estão gritando e ladrando como hienas contra um suposto “autogolpe de Estado” do presidente Maduro.