Thomas Piketty, economista e acadêmico francês, tornou-se uma sensação da noite para o dia graças ao seu livro “O Capital no Século XXI”, um best-seller que tem suscitado debate por todos os lados por sua detalhada análise da desigualdade sob o capitalismo, para o júbilo e louvor dos reformistas de esquerda, e horror e medo dos direitistas do livre mercado.

Em um raro momento de sinceridade, o presidente interino da Ucrânia Turchynov admitiu que suas forças eram “impotentes” para sufocar a revolta no Leste da Ucrânia, enquanto a insurgência pró-russa se encontra em ascensão. Além disso, ele admitiu que as forças de segurança ucranianas não são confiáveis e que “algumas dessas unidades ou ajudam ou cooperam com grupos terroristas”. Agora, o objetivo seria evitar que a insurgência pró-russa se espalhe para as regiões de Kharkov e Odessa. Isto equivale a uma declaração de derrota.

Na segunda-feira, 2 de junho, estiveram na Livraria Marxista, em São Paulo, três policiais militares. Três sargentos, para sermos mais exatos. Da última vez que a PM esteve na Livraria Marxista, há três anos, no dia seguinte assaltantes invadiram o local durante o dia, armados de revolver, e conheciam tudo. Roubaram os computadores, documentos e não se incomodaram nada com haver apenas R$100,00 no caixa. Vamos ver o que vai acontecer agora.

Em 14 de maio foi assinado pela Fim, FIOM e Uilm [Os sindicatos nacionais dos metalúrgicos. N.d.T.] o acordo com a Electrolux. Apesar de não conter o que foi ameaçado nos últimos meses pela empresa, como o fechamento de estabelecimentos, demissões e redução drástica dos salários, apresenta de qualquer forma um forte agravamento das condições e cargas de trabalho.

Os acontecimentos dramáticos que se desdobraram neste país nas últimas semanas – entre eles o sequestro de mais de 300 alunas por Boko Haram – confirmam mais que nunca a completa impotência da inepta e extremamente corrupta classe dominante nigeriana, e também a podridão das forças armadas do país face à insurgência.

274 mineiros foram declarados mortos e até uma centena deles ainda estão presos sob a terra depois de uma explosão em uma mina de carvão na Turquia, na cidade ocidental de Soma. O acidente revela a impiedosa exploração e a desigualdade extrema que há por trás do crescimento econômico da última década. Ao que parece, a cifra já subiu a 282 mortos e, segundo as horas passam, evaporam-se as esperanças de se encontrar com vida a aproximadamente uma centena de mineiros ainda encerrados na mina – Nota do Tradutor].

Séculos de investigações e pesquisas científicas serviram para impulsionar a sociedade à frente e para melhorar a vida de milhões de pessoas. Esta força do método científico e sua capacidade de descobrir e inovar foi tão grande que criou um sentimento místico e envolvente de infalibilidade científica. Mas, da mesma forma que em todas as outras áreas da sociedade, a senilidade e decadência do capitalismo agora se refletem também na questão da ciência, e muitas pessoas estão começando a se preocupar com a fiabilidade da pesquisa.

A Índia é apresentada como sendo muito moderna, mas no meio dos prédios imponentes e praças corporativas existem enormes faixas de guetos transbordando de pobreza intensa e miséria, onde os seres humanos são forçados a viver em condições bestiais de habitações anti-higiênicas e imundas. O brilho artificial e a fachada de modernidade não conseguem esconder as condições sociais e econômicas primitivas que prevalecem em toda a Índia. Estas condições são refletidas na política e, particularmente, nas eleições que estão sendo realizadas em nove etapas de 7 abril - 12 maio deste ano.

Começou em 21 de março a Campanha da Flaskô para obter por 10 MIL ASSINATURAS para que seja garantida uma AUDIÊNCIA PÚBLICA NO SENADO sobre o PROJETO DE LEI DO SENADO 257/2012, proposto pelos trabalhadores e trabalhadoras da fábrica que decreta a Flaskô como de interesse social para fim de sua desapropriação.

A tentativa dos fascistas para assassinar ativistas de esquerda em Malmö, Suécia, teve resposta massiva. Durante um fim de semana, houve uma série de manifestações, reuniões e encontros em todo o país. O artigo do Conselho Editorial de Avanti, órgão da secção sueca da Corrente Marxista Internacional, explica o que se passa.