Depois de uma conversa telefônica com o presidente da Turquia, Recep Tayyib Erdogan, no domingo passado, Donald Trump declarou de imediato que haviam chegado a um acordo sobre a retirada das tropas americanas das áreas Curdas do Norte da Síria e que havia dado luz verde a uma incursão Turca. A partir de ontem à tarde, a invasão começou.

O mais recente editorial de Révolution (a publicação francesa da CMI) argumenta que a tentativa de Macron de introduzir um “regime de pensão universal” (na realidade, um enorme ataque às aposentadorias) deve ser enfrentada através da organização de uma greve geral. Uma próxima greve por tempo indeterminado dos trabalhadores dos transportes em 5 de dezembro apresenta um ponto de convergência para todas as forças da classe trabalhadora, que devem ser mobilizadas durante os próximos dois meses para lutar, não somente para derrotar essa contrarreforma previdenciária, como também para dar um fim ao governo reacionário de Macron.

O anúncio pelo governo de Lenín Moreno de um pacote de contrarreformas econômicas no valor de 2,2 bilhões de dólares em 1 de outubro deu lugar a manifestações e greves massivas. O governo, que teme perder o controle da situação, respondeu com repressão brutal e ontem, 3 de outubro, declarou o estado de emergência durante 60 dias.