Nicolas Maduro foi reeleito para mais um mandato nas eleições Presidenciais venezuelanas do passado Domingo, 20 de Maio. A maior parte da oposição reaccionária, com o pleno apoio de Washington e Bruxelas, apelara ao boicote, o que originou uma participação muito baixa nas zonas de classe média e alta nas principais cidades. A exigência de que se cancelassem as eleições obteve eco por parte dos governos de direita da região. Tal significa que muitas pessoas das áreas pobres e da classe trabalhadora fossem votar com o intuito de repudiar a descarada intromissão imperialista. Contudo, mesmo nestas zonas a participação foi visivelmente inferior à das anteriores eleições. A profunda crise económica é a principal preocupação da maior parte das pessoas e muitas estão cépticas quanto à habilidade do governo em lidar com a mesma.

À medida que se aproxima a eleição presidencial venezuelana de 20 de maio, a campanha de agressão imperialista pelos EUA e seus aliados se intensifica. O objetivo é claro: implementar uma mudança de regime. Ao mesmo tempo, a crise econômica que atravessa o país alcançou níveis intoleráveis para os trabalhadores e os pobres, e as políticas do governo são impotentes para resolver a situação. É necessária uma alternativa revolucionária, uma alternativa que seja capaz de combater a direita e mostrar uma saída real da hiperinflação, da escassez e da depressão econômica.

Donald Trump anunciou ontem sua decisão de retirar os EUA do acordo nuclear com o Irã. Em um discurso repleto de mentiras, distorções e pura hipocrisia, ele anunciou que sua administração vai impor o “mais alto nível de sanções econômicas” ao Irã.

A máquina midiática do establishment está a toda marcha desde as eleições municipais da última quinta-feira, na Inglaterra, tentando retratar os resultados como mais um desastre para o Partido Trabalhista e seu líder, Jeremy Corbyn. Mas, depois de três anos vomitando bile, ninguém mais presta atenção a tais distorções e histeria.

Os filósofos apenas interpretaram o mundo de diferentes maneiras; o que importa é transformá-lo. (Karl Marx, Teses sobre Feuerbach)

Atualização: no momento em que os camaradas publicaram este artigo, houve a notícia de que o governo da Nicarágua, em reunião com a iniciativa privada, decidiu revogar a reforma. É importante que agora o movimento dos trabalhadores e estudantil se arregimente com um programa para assegurar que a crise do sistema de aposentadorias seja pago pelos capitalistas.

A Esquerda Marxista realizou seu 6º Congresso Nacional em Barra do Sul (SC) de 29 de abril a 1º de maio, sendo precedido por dois dias de escola nacional de formação. O congresso teve como objetivo preparar a atuação da organização diante da conjuntura nacional e internacional do capitalismo, além de sustentar essa prática com a teoria e a análise proporcionadas pelo marxismo.

Centenas de milhares de pessoas tomaram as ruas de Barcelona mais uma vez no domingo 15 de abril para rejeitar a repressão do Estado espanhol. Uma demanda fundamental foi a liberdade para os presos políticos catalães – os manifestantes marcharam sob o slogan “Us volem a casa” (“Nós os queremos em casa”). Isso aconteceu no final de uma semana em que o Estado tentou (e fracassou) acusar membros dos Comitês para a Defesa da República (CDRs) de terrorismo. A massiva manifestação revelou a capacidade de resiliência do movimento, apesar de uma liderança que não está conseguindo mostrar o caminho a seguir.

Foi confirmado que os últimos de nossos camaradas paquistaneses sequestrados foram libertados em segurança e agradecidos a todos os camaradas e apoiadores que participaram de nossa campanha de solidariedade, que foi fundamental para garantir a integridade dos sequestrados. Publicamos a seguinte mensagem de Progressive Youth Alliance (PYA), celebrando o retorno seguro de nossos camaradas e a vitória de nossa campanha internacional.

MARXIST.COM HOLIDAY BREAK

In Defence of Marxism will be publishing irregularly over the holiday period, and will resume regular output on 1 September.