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Diante do clamor de quem durante semanas tem seguido com atenção o desenvolvimento da Alternativa Popular Revolucionária (APR), nos dias 15 e 17 de setembro foram divulgadas as listas dos candidatos que se postularam para as próximas eleições parlamentares do dia 6 de dezembro. Mesmo que este aspecto possa parecer supérfluo para alguns, é importante destacar que este feito representa a síntese de um grande esforço conjunto por parte das diversas forças políticas partidárias e de base a nível nacional.

Este artigo oferece-nos uma visão geral da situação política na Índia, na qual o governo reacionário de Narendra Modi, liderado pelo BJP [Bharatiya Janata Party – Partido do Povo Indiano], transformou a crise da Covid-19 em um desastre sem precedentes. A classe dominante está destruindo as proteções trabalhistas e alimentando a violência sectária, ao mesmo tempo em que recompensa seus comparsas dos grandes negócios. Centenas de milhões enfrentam miséria, violência e opressão. Uma reação revolucionária é inevitável.

Na sexta-feira, 18 de setembro, a Presidente da Comunidade de Madrid, Isabel Díaz Ayuso, do PP (Partido Popular), partido de direita, anunciou um “confinamento seletivo” de 37 zonas dos bairros do sul da cidade e de outras cidades da periferia da capital. Aqui ficam alguns dos bairros mais pobres e, também, dos mais atingidos pela pandemia da Covid-19. Essa medida discriminatória e ineficaz, implementada na segunda-feira, 21 de setembro, gerou indignação imediata entre os moradores desses bairros populares que se manifestaram em uma série de protestos.

A pandemia da Covid-19 revelou as contradições da sociedade capitalista para que todos a vissem. Trouxe à tona a gritante divisão de classes na Índia. Enquanto a minoria rica desfruta de condições de conforto e privilégio, os pobres lutam por sua sobrevivência.

Na semana passada, as revelações de uma enfermeira empregada em uma prisão de imigrantes sobre a esterilização forçada de mulheres sob custódia federal dos Estados Unidos se espalharam como um incêndio. A enfermeira que denunciou o fato revelou que mulheres imigrantes estavam recebendo histerectomias e outros procedimentos ginecológicos sem o devido consentimento, enquanto presas em uma prisão privada de Immigration and

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Os Estados Unidos estão na beira de um precipício olhando para um abismo de proporções até agora inimagináveis. Desde março, mais de 56 milhões de trabalhadores entraram com pedidos de seguro-desemprego e, até o momento em que escrevemos este artigo, quase a metade deles está recebendo o seguro-desemprego.

Publicamos abaixo o editorial do primeiro número do jornal Revolution South Africa, que aponta para a necessidade de uma saída revolucionária da crise do capitalismo e defende o socialismo como única alternativa para os trabalhadores sul-africanas.

Este documento foi aprovado pelo órgão dirigente da Corrente Marxista Internacional (CMI) após uma discussão em 12-13 de setembro de 2020. Ele atualiza nossas perspectivas sobre a explosiva situação mundial.

Neste sábado (12/9) um hacker ameaçou Johannes Halter, responsável da página do Instagram, da Esquerda Marxista. Ameaçava entregar todos os dados pessoais e de endereço de Johannes Halter, assim como os de seus familiares, a um grupo que o teria contratado para isso. Em um momento diz que foi contratado por uma pessoa, em outro diz que “o grupo de pessoas que me contratou” para logo falar “nós vamos fazer”. Seja um hacker criminoso chantagista, seja um mercenário a serviço de um grupo de extrema direita ou membro de um grupo anticomunista, não vai intimidar a Esquerda Marxista e vai responder pelo que está fazendo. Ao final desta postagem você tem o link para a página ameaçada.

O capitalismo entrou na pior crise da história de sua existência. O dano econômico desencadeado pela pandemia não tem precedentes em seu tamanho e escala. Dezenas de milhões de trabalhadores em todo o mundo perderam seus empregos. Indústrias inteiras, como turismo, hotelaria e aviação, foram dizimadas. Não haverá retorno à “normalidade”.

A censura dos grupos de esquerda nas mídias sociais continua, com o Facebook recentemente removendo e restringindo páginas anarquistas e antifascistas dos EUA. Isto é parte de um padrão em que se veem movimentos semelhantes em outras plataformas. Estes expurgos demonstram de qual lado estas enormes corporações estão e porque nós devemos lutar pelo domínio público e a propriedade das mídias sociais.

A Esquerda Marxista, seção brasileira da Corrente Marxista Internacional, esteve presente num lindo ato de homenagem ao camarada Roque Ferreira, em seu funeral no dia 05 de setembro, em Bauru. Por conta das condições da pandemia da Covid-19, o sepultamento realizado no cemitério Jardim Ypê foi restrito a 15 membros da família. Roque faleceu no dia 4 de setembro, após complicações durante sua internação após testar positivo para Covid-19. Porém, como tudo na vida do Roque, o seu funeral foi repleto não só de demonstrações de carinho, mas também de um profundo espírito revolucionário.